- Aliados de Trump argumentam que não é necessária aprovação do Congresso para erguer o arquearão de 250 pés no Memorial Circle, em DC, citando um relatório de 1924 que previa duas colunas de 166 pés.
- Memorial Circle é área protegida pela National Parks Service, o que normalmente exige autorização parlamentar para monumentos.
- O Department of Justice sustenta que o Congresso autorizou o projeto ao aprovar o design do Arlington Memorial Bridge Commission, conforme documentos citados.
- Críticos, como Wendy Liu e o congressista Jared Huffman, contestam a interpretação e pedem uma audiência de fiscalização sobre o que descrevem como projetos de vaidade.
- O arco foi apresentado em outubro passado e já gerou ações legais de veteranos, além de investir em outras propostas ligadas ao conjunto de obras de Trump em Washington.
O governo de Donald Trump sustenta que não é necessária aprovação do Congresso para erguer um possível arco triunfal de 250 pés no Memorial Circle, em Columbia Island, Washington. A base é um relatório de 1924 que previa colunas de 166 pés na Arlington Memorial Bridge, não executadas, segundo o Washington Post.
Segundo o DHS, o Memorial Circle é área protegida pela National Parks Service, o que exige autorização parlamentar para monumentos. A administração Trump afirma que o arco já estaria autorizado pelo design aprovado pelo Arlington Memorial Bridge Commission, e não precisa de nova aprovação.
Doug Burgum, secretário do Interior, citou o relatório de 1924 em reunião do Commission of Fine Arts em abril, afirmando que o país celebra 250 anos de independência com essa visão histórica. O porta-voz também observou que as colunas de 166 pés, sob o projeto, deveriam sustentar esculturas que elevam o conjunto a 250 pés.
Críticos rejeitam a interpretação. Wendy Liu, da Public Citizen Litigation Group, disse que a autorização mencionada não autorizaria o arco, e que o aval teria prazo de construção e financiamento de 10 anos. Ações legais foram movidas por democratas para impedir o projeto, com pedido de supervisão do processo.
O tema tem sido alvo de disputas políticas e legais. O arquiteto público e democratas, incluindo Jared Huffman, questionam a estratégia de Trump, classificando-a como projeto simbólico. Entidades envolvidas pedem transparência e supervisão de comitês do Congresso sobre o tema.
Além do arco, a administração propõe outras iniciativas no DC, como um “National Garden of Heroes” e a realocação de fundos de arts e cultura para museus móveis de história, usados em road show educativo. As propostas geram debates sobre prioridades públicas e uso de recursos federais.
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