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Renan Santos critica relação entre Lula e Flávio Bolsonaro com tom alarmista

Renan Santos evita apoiar Lula ou Flávio Bolsonaro e critica PEC 6x1; propõe reforma do STF após a Marcha dos Prefeitos

Renan Santos é pré-candidato à presidência
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  • Renan Santos, pré-candidato pela Missão, afirmou durante a 27ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília, que comparar Lula e Flávio Bolsonaro é como escolher entre “pegar ebola ou ser atropelado por uma carreta”.
  • Ele não indicou apoio em um eventual segundo turno e disse não ter ligação com a família Bolsonaro nem com o PT, apesar de celebrarem pautas de Flávio Bolsonaro.
  • O MBL afirmou que não quer ser visto como “louco antissistema” e criticou a PEC da escala 6×1, chamando-a de eleitoreira e pilantragem do PT.
  • Santos disse que, se eleito, pretende reformar o STF com restrições à atuação dos ministros, visando acabar com decisões monocráticas e com escritórios de advocacia ligados a ministros.
  • O pré-candidato mantém alinhamento com pautas defendidas por Flávio Bolsonaro, preservando a independência em relação a PT e à família Bolsonaro.

Renan Santos, pré-candidato à Presidência pela Missão, fez um discurso nesta quinta-feira (21/5) durante a 27ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília. Nesta ocasião, ele explicou que não pretende indicar um concorrente no eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, mantendo-se como opção de terceira via.

O líder do Movimento Brasil Livre (MBL) afirmou que não há ligação com a família Bolsonaro nem com o PT, destacando que não pretende ser visto como alguém anti-sistema. Em relação a propostas, ele criticou a PEC da escala 6×1, classificando a medida como eleitoreira e uma manobra do PT.

Entre as propostas, Renan Santos defendeu uma reforma do Supremo Tribunal Federal (STF) com restrições à atuação de ministros. Segundo ele, seria necessário acabar com decisões monocráticas e reduzir a influência de escritórios de advocacia vinculados a ministros.

Propostas e posicionamentos

Além de defender mudanças no STF, o pré-candidato reiterou o objetivo de manter um espaço de terceiro campo eleitoral. A fala ocorreu em Brasília, cidade onde acontecia a marcha de prefeitos na data da declaração. A posição busca apresentar uma alternativa administrativa para as próximas eleições.

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