- A advogada e influenciadora Deolane Bezerra foi presa preventivamente em Barueri, São Paulo, na operação Vérnix, que investiga lavagem de dinheiro do PCC.
- Ela afirmou, durante a audiência de custódia realizada em 21 de maio de 2026, ter problemas psicológicos.
- A defesa pediu prisão domiciliar com base no Artigo 318-A do Código Penal, que prevê resposta em liberdade ou em prisão domiciliar para mães com filhos até 12 anos; o pedido foi negado pelo juiz.
- A advogada é mãe de uma criança de 9 anos, segundo a defesa, que considera a prisão ilegal.
- Em nota assinada pela irmã, a defesa afirma a absoluta inocência de Deolane e que os fatos serão esclarecidos em momento oportuno; o inquérito envolve ainda o líder Marcola e operadores financeiros do PCC.
A advogada e influenciadora Deolane Bezerra foi presa preventivamente na quinta-feira (21 de maio de 2026) em Barueri (SP) durante a operação Vérnix, conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. A investigação apura lavagem de dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital).
Deolane é apontada como integrante do esquema, atuando como caixa e movimentando recursos para a cúpula da facção. Além dela, foram presas pessoas ligadas ao líder da organização, Marcola, bem como familiares e operadores financeiros.
Durante a audiência de custódia, realizada na sexta (21 de maio), a defesa solicitou prisão domiciliar, argumento recusado pelo juiz. A defesa alega que Deolane é mãe de uma criança de 9 anos, o que, segundo o pedido, justificaria acompanhar o processo em liberdade ou com regime domiciliar.
A defesa sustenta que a situação deve ser avaliada com base no Artigo 318-A do Código Penal, que prevê o direito de responder em liberdade ou com prisão domiciliar para mães com filhos de até 12 anos incompletos. A manifestação foi divulgada pela irmã de Deolane, a advogada Daniele Bezerra, em nota oficial.
A nota da defesa afirma a existência de “absoluta inocência” e que os fatos serão esclarecidos em momento oportuno, sem detalhar o conteúdo das investigações. A declaração também reiterou a colaboração com as autoridades e a confiança na imparcialidade do Judiciário.
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