- Giliard Santos, 22, filho mais velho de Deolane Bezerra, se pronunciou sobre a prisão da mãe, na quinta-feira (21).
- Em stories no Instagram, ele defendeu Deolane e exigiu provas que comprovem o suposto envolvimento com o esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
- Disse que há uma tentativa de transformar suposições em condenações, afirmando que “acusar é fácil, difícil é provar”.
- Reforçou que não se pode permitir que a Justiça vire espetáculo nem tratar pessoas como culpadas antes do devido processo legal.
- Giliard é alvo de investigação na operação policial; segundo a CNN Brasil, ele movimentou mais de R$ 11 milhões entre julho de 2022 e maio de 2024, em contas sem histórico de atividade empresarial consolidada.
Giliard Santos, filho mais velho de Deolane Bezerra, manifestou-se sobre a prisão da mãe na última quinta-feira, 21. Em stories no Instagram, ele defendeu a influenciadora e pediu provas sobre o suposto envolvimento com esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao PCC, alvo de investigação da Polícia Civil e do MP-SP.
O jovem afirmou que há uma tentativa de transformar suposições em condenações. Disse que acusações sem provas não devem prosperar e pediu respeito ao devido processo legal, destacando a importância do direito de defesa e de não tratar ninguém como culpado antes do julgamento.
Giliard, que também é investigado na operação, ficou conhecido como Chefinho e teria movimentado mais de 11 milhões de reais nas contas entre julho de 2022 e maio de 2024, segundo apuração da CNN Brasil. A movimentação é considerada discrepante pelas autoridades, pois não há histórico empresarial formal no âmbito de sua atuação.
Detalhes da investigação
A Polícia Civil aponta os valores movimentados como indicativos para análises adicionais no contexto da investigação que envolve a família Bezerra e o PCC. Ainda não houve conclusão sobre participação direta de Deolane Bezerra no esquema, e o processo segue trilhando os caminhos legais cabíveis.
As informações foram apuradas pela CNN Brasil junto a fontes oficiais e pessoas próximas aos fatos. A reportagem não divulga contatos de outros portais e cita os nomes de colaboradores que contribuíram para a cobertura.
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