- Documentos governamentais mostram que, nos primeiros três meses deste ano, milhares de operações de mercado foram feitas em nome do presidente dos EUA, Donald Trump.
- As operações envolveram ações de algumas das maiores empresas americanas.
- A Trump Organization afirmou que o presidente, sua família e a empresa não participaram da seleção ou aprovação de investimentos e não tinham conhecimento antecipado das negociações.
- A declaração disse ainda que não houve input do Trump sobre decisões de investimento ou gestão de portfólio.
Nos primeiros três meses deste ano, milhares de operações de compra e venda de ações foram realizadas em nome do presidente Donald Trump, conforme registros governamentais. As transações ocorreram no mercado de ações dos Estados Unidos, com atuação na Wall Street.
As operações envolveram ações de algumas das maiores empresas do país, segundo os documentos públicos. Os movimentos apontam para uma atividade de investimento ligada ao mandatário, ainda que não estejam esclarecidos os detalhes de cada operação.
A Trump Organization informou que o presidente, sua família e a empresa não participaram da seleção ou aprovação de investimentos. O comunicado também afirma que não há aviso prévio sobre as operações nem input sobre decisões de portfólio ou gestão de ativos.
Segundo a imprensa, os registros são de informações públicas apresentadas a órgãos reguladores. Especialistas citados pelas redes de notícias destacam a necessidade de entender a origem dos mandatos de investimento e os mecanismos de supervisão envolvidos.
Autoridades e observadores pedem reconhecimentos sobre possíveis conflitos de interesse e sobre as salvaguardas que impedem envolvimento direto do presidente nas decisões de investimento. A apuração busca esclarecer impactos e responsabilidades.
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