- Rodrigo Pacheco deve dizer não definitivo a Lula sobre disputar o governo de Minas Gerais, e o recado precisa ser dado diretamente ao presidente, não apenas ao PT.
- O PT de Minas inicia um plano próprio, avaliando três nomes: Reginaldo Lopes, Macaê Evaristo e Marília Campos.
- Marília Campos é citada como possível senadora, e o PT não quer queimar essa aposta para o governo estadual.
- Alexandre Kalil aparece nas articulações, mas exigiria um gesto direto de Lula, que estaria magoado com o presidente.
- O PSB mineiro busca espaço na chapa com perfis técnicos; nomes como Josué Alencar e Jarba Soares são citados, além da possibilidade de uma vaga no Tribunal de Contas da União por indicação do Senado.
Rodrigo Pacheco deve consolidar um não definitivo à possibilidade de disputar o governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. A decisão, segundo apuração da CNN, só será definitiva se for comunicada diretamente ao presidente Lula, não apenas aos correligionários.
Analistas apontam que ainda persiste o considerar possível diante de um eventual recuo de Lula, mas a sinalização precisa chegar ao próprio presidente para ter validade formal. Em Minas, o cenário permanece sem confirmação pública.
O PT de Minas Gerais já iniciou um plano próprio de atuação para encontrar alternativas. A sigla avalia viabilidade de três nomes que aparecem com força nas conversas entre aliados: Reginaldo Lopes, Macaê Evaristo e Marília Campos.
PT de Minas planeja levantamento interno e avalia impactos políticos, já que Marília Campos é vista como forte opção para o Senado, o que reduziria a chance de uso do nome no governo estadual. O partido busca evitar desperdiçar cartas promissoras.
Outra possibilidade mencionada envolve Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte. Interlocutores afirmam que qualquer articulação depende de um gesto direto de Lula, que, segundo a apuração, poderia elevar resistências internas.
Movimentação de outros blocos
O PSB de Minas Gerais, novo filiado de Pacheco, também busca espaço na chapa, oferecendo perfis mais técnicos. Lideranças nacionais do PT citam nomes como Josué Alencar e Jarba Soares como possíveis incluirões na formação.
Além disso, circula a hipótese de indicar uma vaga no Tribunal de Contas da União, com sugestão de que Pacheco possa ser lembrado para o Senado. A equipe política vê o movimento com potencial de ganhos estratégicos.
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