- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse a apoiadores em Suffern, Nova York, nesta sexta-feira, 22 de maio de 2026, que não se incomoda em ser chamado de ditador; o que não quer é ser chamado de burro.
- A declaração ocorreu um dia após ele anunciar o envio de mais 5 mil soldados para a Polônia.
- Segundo o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, os militares norte-americanos atuam em 169 países e territórios.
- Na Polônia há menos de 400 militares dos EUA; no Brasil, 60; e na China, 58.
- Os números são do Centro de Dados de Recursos Humanos da Defesa (DMDC) e referem-se ao relatório mais recente de dezembro de 2025.
Donald Trump discursou a apoiadores em Suffern, Nova York, nesta sexta-feira, afirmando que não se incomoda com o rótulo de ditador, desde que não o chamem de burro. A fala ocorreu pouco depois do anúncio de envio de mais 5 mil soldados dos EUA à Polônia.
Segundo o ex-presidente, ele aceitaria ser visto como um líder autoritário, desde que não seja rotulado como burro. A declaração foi feita durante evento com a imprensa ausente e apoiadores presentes, sem indicar novas políticas além da menção ao Polônia.
Presença militar dos EUA
Dados do DMDC, divulgados até dezembro de 2025, indicam que militares dos EUA atuam em 169 países e territórios. Em muitos desses locais, as forças também operam em embaixadas.
Na Polônia, há menos de 400 militares. No Brasil, o contingente americano é de 60 integrantes, e na China, 58. O relatório aponta ainda bases e instalações militares em diversas nações, reforçando o alcance global das Forças Armadas americanas.
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