- Tulsi Gabbard renunciou ao cargo de Diretora de Inteligência Nacional dos EUA, com efeito a partir de 30 de junho.
- a justificativa oficial é acompanhar o marido, Abraham Williams, diagnosticado com uma forma rara de câncer ósseo.
- fontes afirmam que houve pressões da Casa Branca e divergências com o governo sobre política externa e segurança, principalmente envolvendo o Irã.
- a Casa Branca negou qualquer pressão política, dizendo que a saída ocorreu exclusivamente para tratar do marido.
- o presidente Donald Trump disse que o vice-diretor de inteligência nacional, Aaron Lukas, assume interinamente e elogiou Gabbard pelo serviço prestado.
Tulsi Gabbard anunciou nesta sexta-feira sua renúncia ao cargo de diretora de Inteligência Nacional (DNI) no governo de Donald Trump. A decisão, segundo a ex-congressista, foi motivada pelo diagnóstico de câncer ósseo raro no marido, Abraham Williams. A saída vale a partir de 30 de junho.
A confirmação inicial foi publicada pela Fox News Digital, citando a reunião entre Gabbard e Trump no Salão Oval. A presidente informou publicamente que deixará o posto para acompanhar o tratamento do marido.
Fontes próximas ao tema afirmam que a saída também reflete atritos internos sobre política externa e segurança nacional, com foco no Irã. A Reuters mencionou que Gabbard ficou de fora de discussões estratégicas envolvendo Venezuela, Irã e Cuba.
O porta-voz da Casa Branca, Davis Ingle, negou qualquer pressão política, dizendo que a renúncia é decorrente de motivos pessoais. Em nota, o porta-voz elogiou a atuação de Gabbard durante os 16 meses no cargo.
Em rede social, Gabbard agradeceu a confiança de Trump e explicou que não poderia manter o cargo diante do estado de saúde do marido. O presidente informou que o vice-diretor de Inteligência Nacional, Aaron Lukas, assume interinamente a função.
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