- Eduardo Bolsonaro acionou a polícia dos Estados Unidos após um repórter do Intercept ir à casa onde ele mora no Texas na sexta-feira (22/5).
- Segundo a esposa dele, Heloísa Bolsonaro, o jornalista se apresentou e tentou confirmar apenas que a família morava no local; a porta foi fechada e a polícia foi acionada.
- Em vídeo, Eduardo afirmou que o repórter também foi até a casa de vizinhos.
- O repórter é ligado a revelações sobre repasses milionários de Daniel Vorcaro intermediados por Flávio Bolsonaro para a produção do filme cinebiográfico de Eduardo, levantando dúvidas sobre o uso de recursos.
- Eduardo disse ter registrado boletim de ocorrência e enviado as imagens à polícia; afirmou ainda que, no Texas, muitas pessoas têm armas em casa.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) acionou a polícia dos Estados Unidos após um repórter ter ido à casa em que ele mora, no Texas, na sexta-feira (22/5). O repórter teria se identificado como integrante do portal Intercept e tentado confirmar onde a família reside.
Segundo Heloísa Bolsonaro, esposa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o jornalista tocou a campainha; a filha do casal, de cinco anos, abriu a porta. Ela afirma que o repórter não respondeu a perguntas e ligou para a polícia.
Eduardo publicou imagens do episódio em redes sociais, afirmando que o repórter chegou a visitar imóveis de vizinhos. O ex-deputado diz que se sentiu ameaçado e relata que, no Texas, é comum haver armas em casa.
A investigação envolve também a origem de R$ 61 milhões ligados a transações envolvendo o dono do Banco Master, com recursos apontados para um fundo administrado por um advogado que atua para Eduardo nos EUA desde 2025. A pilha de informações gerou desconfiança sobre o uso dos recursos.
O dinheiro é associado a repasses que, segundo Eduardo, teriam sido intermediados para financiar um filme cinebiográfico sobre ele. O caso é apresentado pelo ex-deputado como motivo de preocupação com a privacidade da família.
Eduardo afirmou que registrou um boletim de ocorrência e encaminhou as imagens à polícia. Em vídeo, ele diz que a situação é grave e reforça a ideia de que o ambiente no Texas pode ser propenso a conflitos.
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