- Lula participou da inauguração das novas instalações do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fiocruz, no Rio de Janeiro, ao lado do governador interino Ricardo Couto.
- Em discurso, afirmou que, se a Alerj tivesse indicado o próximo governador, o escolhido seria ligado à milícia.
- Pediu que Couto tome providências contra a influência de milicianos no estado e prenda todos que governaram ou deputados ligados à milícia organizada.
- Destacou que Couto tem condições de governar bem até as eleições de outubro e elogiou sua atuação à frente do Executivo carioca.
- Reforçou a necessidade de o Rio recuperar o prestígio de uma cidade que já foi capital da República.
Durante agenda oficial no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da inauguração do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) da Fiocruz, no Rio. Em discurso ao lado do governador interino Ricardo Couto, Lula afirmou que, se a Alerj tivesse indicado o futuro governador, o escolhido seria ligado a milícias. A fala pediu atuação firme contra a influência desse grupo, no estado.
Lula destacou que Couto já ocupa o cargo desde a renúncia do governador Cláudio Castro e elogiou a gestão à frente do Executivo, ressaltando que Couto tem ferramentas para governar até as eleições. O objetivo do presidente foi enfatizar a necessidade de combate às milícias nas estruturas do estado.
O petista afirmou que o Rio de Janeiro não pode continuar sob domínio de facções, e pediu ao governador interino que implemente ações para devolver o território das comunidades ao povo. A fala ocorreu durante a entrega de equipamentos e instalações do CDTS na Fiocruz, evento de importância institucional.
Ato de cobrança ao governador
Lula pediu que Couto prenda todos os indivíduos que governaram o estado de forma ligada a milícias e que haja atuação decisiva contra deputados envolvidos. O discurso reforçou a visão de que o Rio deve recuperar o prestígio de ser reconhecido como uma das principais cidades do país.
Segundo a avaliação do presidente, o magistrado que assume o governo pode exercer um mandato eficiente até as eleições gerais de outubro. A fala associou a necessidade de respeito ao Judiciário à credibilidade do estado para avançar em políticas públicas.
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