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Presidente da Esfera pede aos empresários que adotem um deputado e um senador

Chairman da Esfera Brasil cobra maior participação empresarial na política, adotando deputados e apoiando campanhas, em meio a queda econômica e baixa inovação

Na imagem, o empresário João Camargo, fundador e chairman da Esfera Brasil durante evento no Guarujá (SP)
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  • O empresário João Camargo, chairman da Esfera Brasil, afirmou que o desempenho econômico do Brasil nos últimos oito anos foi vergonhoso durante o 5º Fórum Esfera, no Guarujá (SP).
  • Ele pediu maior participação do empresariado na política institucional, incluindo adoção de deputados federais e senadores e cobrança ativa deles.
  • Camargo sugeriu que empresários contribuam financeiramente em campanhas, desde que dentro da lei, como forma de participação cívica.
  • Em relação à economia, comparou o Brasil aos Estados Unidos, dizendo que o país encolheu e caiu de 3,3% para 1,5% na participação da Bolsa brasileira, de US$ 1 trilhão em 2018 para US$ 1,06 trilhão hoje, enquanto a bolsa americana subiu de US$ 28 trilhões para US$ 70 trilhões.
  • Também citou que o Brasil ocupa a 52ª posição no ranking global de inovação e enfatizou a necessidade de políticas de Estado, em vez de disputas de curto prazo.

O empresário João Camargo, chaiŕman da Esfera Brasil, afirmou nesta sexta-feira 22 de maio de 2026 que o desempenho econômico do Brasil nos últimos oito anos foi vergonhoso. Em participação no 5º Fórum Esfera, realizado no Guarujá, ele pediu foco em propostas concretas para a disputa presidencial de 2026 e pediu que a polarização seja deixada de lado.

Camargo ressaltou a necessidade de maior participação do empresariado na política institucional. Ele sugeriu que eleitores valorizem propostas viáveis e, se possível, que empresários colaborem com campanhas, desde que dentro da lei. O apelo envolve adoção de deputados e senadores para cobrar resultados.

Economia e inovação

O empresário comparou dados do Brasil com os Estados Unidos, afirmando que o país encolheu em relação à maior economia do mundo. Ele informou que a Bolsa brasileira valia cerca de US$ 1 trilhão em 2018, o equivalente a 3,3% da bolsa americana, enquanto hoje está em US$ 1,06 trilhão frente a US$ 70 trilhões nos EUA, resultando em participação de 1,5%.

Segundo Camargo, não houve apenas crescimento; houve queda proporcional. Ele disse que a distância para os EUA se ampliou em 8 anos. Em inovação, o Brasil ocuparia a 52ª posição no ranking global, conforme afirmou, destacando que o país atua de forma pouco eficiente nesse aspecto.

Políticas de Estado

O chaiŕman defendeu a mudança de foco de disputas de curto prazo para políticas de Estado estruturais. Camargo criticou o atual ambiente político, afirmando que o Brasil precisa de uma agenda contínua e estável. Ele pediu que o país tenha orgulho de uma política de Estado que ultrapasse mandatos individuais.

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