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Dino não vê ilegalidade e nega prisão domiciliar para Deolane

Ministro Flávio Dino do STF não vê ilegalidade na prisão de Deolane Bezerra e nega pedido de prisão domiciliar na operação Vérnix

Influenciadora Deolane Bezerra chega à sede da Policia Civil em São Paulo, após ser presa por suspeita de lavagem de dinheiro do PCC
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  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, entendeu não haver ilegalidade na prisão da influenciadora Deolane Bezerra e negou o pedido de prisão domiciliar.
  • Decisão foi assinada no sábado, 23, e divulgada neste domingo, 24; o tribunal não localizou “manifesta ilegalidade” para conceder habeas corpus de ofício.
  • Deolane foi presa na operação Vérnix, que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital, e foi transferida, em 22 de maio, para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista.
  • Os advogados pediram a revogação da prisão preventiva e a substituição por prisão domiciliar com medidas cautelares, alegando que a prisão seria desproporcional e que ela tem filha de 9 anos e residência fixa.
  • As investigações apontam uso de empresas de fachada e contas para ocultar movimentações financeiras do crime organizado; o Ministério Público sustenta que o esquema envolve uma transportadora suspeita de atuar no fluxo financeiro da facção.

O ministro do STF Flávio Dino indeferiu o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa da influenciadora Deolane Bezerra. A decisão, publicada neste domingo, 24, afirma não haver manifesta ilegalidade na prisão da empresária.

Deolane Bezerra foi presa na quinta-feira, 21, durante a Operação Vérnix, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. A apuração investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Na sexta-feira, 22, a influenciadora foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior paulista. A defesa pediu a revogação da prisão preventiva e a adoção de medidas cautelares, como retenção de passaporte ou monitoramento eletrônico.

A acusação sustenta que empresas de fachada e contas ligadas a Deolane teriam ocultado e movimentado recursos do crime organizado. Segundo o Ministério Público, o esquema envolvia uma transportadora suspeita de atuar no fluxo financeiro da facção.

A defesa argumentou que a prisão preventiva foi desproporcional, destacando residência fixa, atividade profissional lícita e notoriedade pública. Também alegou que ela tem uma filha de 9 anos e apresentaria risco mínimo de ocultação.

Este caso complementa investigações anteriores sobre Deolane, que em 2024 já havia sido alvo de apurações em Pernambuco por suspeitas de lavagem de dinheiro e exploração de jogos ilegais ligados a plataformas de apostas. Na ocasião, houve prisão domiciliar, que foi revertida após descumprimento de medidas.

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Dino não vê ilegalidade e nega prisão domiciliar para Deolane

Ministro Flávio Dino, do STF, entende não haver ilegalidade na prisão de Deolane Bezerra e nega prisão domiciliar pedida pela defesa, em investigação sobre o Primeiro Comando da Capital (PCC)

Influenciadora Deolane Bezerra chega à sede da Policia Civil em São Paulo, após ser presa por suspeita de lavagem de dinheiro do PCC
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  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, entendeu não haver ilegalidade na prisão de Deolane Bezerra e negou o pedido de prisão domiciliar.
  • A defesa havia pedido a revogação da prisão preventiva e a substituição por prisão domiciliar ou medidas cautelares, como monitoramento eletrônico e retenção de passaporte.
  • Deolane, influenciadora e advogada, foi presa na operação Vérnix, que investiga suposto esquema de lavagem de dinheiro associado ao PCC.
  • Ela foi transferida, na sexta-feira, 22, para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo.
  • A decisão foi assinada no sábado, 23, e publicada no domingo, 24.

O ministro do STF Flávio Dino decidiu não entender ilegalidade na prisão da influenciadora Deolane Bezerra e negou o pedido de prisão domiciliar apresentado pela defesa. A decisão foi assinada no sábado, 23, e publicada no domingo, 24.

Deolane Bezerra foi presa na quinta-feira, 21, durante a Operação Vérnix, que envolve Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil. A investigação apura um possível esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Na sexta-feira, 22, ela foi transferida para a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior paulista.

A defesa sustentou que a prisão preventiva seria desproporcional e pediu a substituição por prisão domiciliar, com medidas cautelares. Entre as medidas propostas estavam retenção de passaporte, monitoramento eletrônico e proibição de deixar o país.

Decisão do STF

O ministro escreveu que não foi encontrada manifesta ilegalidade para conceder habeas corpus de ofício. A fala reforça a leitura de que, até o momento, as medidas aplicadas não violam dispositivos legais.

A apuração envolve a influência de Deolane no meio jurídico e empresarial, segundo as investigações que acompanham o caso Vérnix. A Secretaria de Segurança do estado de São Paulo não confirmou novos desdobramentos até o momento.

A tramitação na Justiça segue com a análise de novas etapas processuais e possíveis desdobramentos da operação. As defesas não divulgaram novas informações até a publicação deste texto.

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