- O político Carlos Caicedo abandonou sua candidatura presidencial na Colômbia e declarou apoio a Iván Cepeda, aliado de Gustavo Petro, nas vésperas do primeiro turno.
- Cepeda informou que a aliança com Caicedo foi construída em torno de propostas de redução da pobreza e ampliação da equidade social.
- Caicedo disse que a Colômbia precisa de um modelo econômico que gere empregos e melhore a distribuição de renda, defendendo reforma agrária ampla e apoio a trabalhadores informais.
- Mesmo integrando o campo da esquerda, Caicedo vinha mantendo divergências com o governo de Petro antes de decidir apoiar Cepeda.
- O governo lançou o Plano Democracia para segurança eleitoral, com ação de mais de 228 mil agentes e oferta de até 1 bilhão de pesos por denúncias que ajudem a prevenir ataques a candidatos.
Carlos Caicedo renunciou à sua candidatura à presidência da Colômbia e anunciou apoio a Iván Cepeda, aliado de Gustavo Petro. O anúncio ocorreu nos últimos dias que antecedem o primeiro turno das eleições. A confirmação ocorreu em um ato público no Caribe colombiano.
Caicedo ressaltou a influência política na região de Magdalena e no Caribe, destacando que a aliança com Cepeda se sustenta em propostas de redução da pobreza e maior equidade social. Cepeda, por sua vez, destacou o propósito comum de promover riqueza, empregos dignos e distribuição de renda.
Apoio de Caicedo ocorre em meio a divergências anteriores com o governo de Petro, sobretudo em Magdalen*a. Cepeda lidera as pesquisas de intenção de voto e tem atraído figuras da centro-esquerda. Outros nomes já declararam apoio à candidatura do parlamentar.
Apoios na esquerda
Entre os apoiadores de Cepeda estão o ex-ministro Luis Gilberto Murillo, a senadora Clara López e o ex-ministro do Interior Juan Fernando Cristo. A adesão de Caicedo reforça o bloco apoiando a chapa do Pacto Histórico.
Segurança e contexto eleitoral
O governo lançou o Plano Democracia para proteger candidatos, locais de votação e sistemas digitais. Autoridades também oferecem até 1 bilhão de pesos por denúncias que ajudem a prevenir ataques a candidatos.
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