- Coalizão com 10 frentes e 34 entidades pressiona o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para pautar o Redata no 1º semestre.
- Apoio de Geraldo Alckmin, Dario Durigan e Hugo Motta; Juscelino Filho lidera o movimento e tratou do tema com Alcolumbre.
- O Redata prevê incentivos fiscais para data centers, com suspensão de tributos como Imposto de Importação, IPI, PIS/Pasep e Cofins, até cumprir determinadas condições.
- Investimentos estimados no setor variam entre 60 bilhões e 100 bilhões de reais nos próximos quatro anos, com expectativa de participação de gigantes como Google, Amazon e Microsoft.
- O contexto: a MP 1.318 de 2025 caducou; o PL 278 de 2026, aprovado na Câmara, aguarda análise do Senado e busca votação em junho.
O movimento de coalizão entre senadores e deputados está pressionando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para pautar o Redata ainda no primeiro semestre. O objetivo é destravar incentivos fiscais para data centers no Brasil.
A iniciativa envolve 10 frentes parlamentares e 34 entidades dos setores de indústria, tecnologia e infraestrutura. O Palácio do Planalto, autor da proposta, também trabalha para destravar a matéria.
O Redata, já aprovado pela Câmara, concede isenções de tributos para empresas que instalarem ou ampliarem data centers. O texto está parado no Senado, gerando expectativa sobre investimentos bilionários no setor.
Entre os apoiadores estão o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Fazenda Dario Durigan e o presidente da Câmara Hugo Motta. Eles buscaram levar a pauta a Alcolumbre em encontros recentes.
Um dos líderes do movimento é Juscelino Filho, líder da Frente Parlamentar de Telecomunicações e Soluções Digitais. Em reunião na Residência Oficial do Senado, ele pediu a votação para junho.
Nos últimos dias, congressistas e executivos do setor lançaram o Manifesto pela aprovação do Redata. A chamada aponta potencial de 60 bilhões a 100 bilhões de reais em investimentos nos próximos quatro anos.
O Redata havia sido criado pela MP 1.318 de 2025, editada pelo governo. A caducidade da MP abriu caminho para o PL 278/2026, aprovado na Câmara e agora em análise no Senado.
O projeto substitui a MP e propõe a suspensão temporária de tributos federais na compra de equipamentos de tecnologia para data centers, com isenção gradual mediante metas de investimento, P&D e energia limpa.
Ao atingir condições estipuladas, a suspensão vira alíquota zero definitiva, tornando o Brasil mais competitivo frente a países que disputam esse tipo de investimento. O texto aguarda apreciação dos senadores.
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