- A Câmara dos Deputados é solicitada para converter a Medida Provisória 1.349 em lei, para manter a linha de crédito via Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) destinada às companhias aéreas.
- A MP criou o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis e abriu espaço legal para usar recursos do Fnac nessas linhas de crédito.
- A diretora de Planejamento e Fomento do Ministério de Portos e Aeroportos, Júlia Lopes, afirmou que a segurança jurídica é essencial para a estruturação do produto pelo BNDES.
- O BNDES já trabalha na modelagem da linha de crédito, mas teme a perda de vigência da MP antes da consolidação do programa.
- A preocupação é manter o produto financeiro estável, mesmo com a possível extinção da medida provisória.
A diretora de Planejamento e Fomento do Ministério de Portos e Aeroportos, Júlia Lopes, pediu ao Congresso apoio para converter a MP 1.349 em lei. O objetivo é preservar o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis.
A MP abriu espaço para usar recursos do Fnac em linhas de crédito para companhias aéreas, via BNDES. A ideia é garantir segurança jurídica ao produto financeiro durante a sua implementação.
Júlia participou de uma reunião da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) com representantes da aviação civil. Ela ressaltou a necessidade de manter a linha de crédito mesmo diante da perda de vigência da MP.
Segundo a diretora, o BNDES já trabalha na modelagem da linha, mas há risco de o objeto ser comprometido se a MP perder validade antes da consolidação do programa.
Ela afirmou que a insegurança jurídica poderia colocar em risco a continuidade da oferta do crédito às empresas aéreas, impactando o fluxo de financiamento.
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