- A Anatel iniciou, em 26 de maio de 2026, a coleta de sugestões para regulamentar cabos submarinos de telecomunicações no Brasil, durante 45 dias.
- Cabos submarinos, instalados no fundo do oceano, transportam mais de noventa por cento do tráfego de dados entre países e continentes.
- Esses cabos sustentam serviços de telecomunicações, computação em nuvem, serviços financeiros, aplicações governamentais e a circulação global de dados.
- O objetivo da participação social é reunir informações para um futuro modelo regulatório que a agência poderá elaborar.
- Há concentração de pontos de aterragem em Fortaleza, Rio de Janeiro, Praia Grande e Santos, o que pode trazer vulnerabilidades à conectividade brasileira.
Na terça-feira, 26 de maio de 2026, a Anatel abriu o processo de coleta de sugestões para regular cabos submarinos de telecomunicações no Brasil.
Cabo submarino fica no fundo do oceano e transporta mais de 90% dos dados entre países, segundo a agência.
A regulação abrange serviços de telecomunicações, computação em nuvem, serviços financeiros, aplicações governamentais e circulação global de dados, conforme a Agenda Regulatória 2025-2026.
O processo de participação social terá duração de 45 dias, com contribuições de sociedade, setor produtivo, academia e órgãos públicos para embasar um modelo regulatório futuro.
Entre os objetivos estão aumentar segurança e resiliência das redes, diversificar pontos de aterragem, fortalecer governança institucional, incentivar a expansão da infraestrutura digital e aprimorar o monitoramento de incidentes.
A Anatel aponta que há alta concentração de pontos de aterragem em Fortaleza, Rio de Janeiro, Praia Grande e Santos, o que pode gerar vulnerabilidades à conectividade em caso de interrupções.
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