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Lula promete maior cuidado ambiental do mundo em obras da BR-319

Lula promete maior cuidado ambiental na BR-319; ambientalistas dizem que estudos são insuficientes e apontam riscos à Amazônia

As obras estão centradas em um trecho entre os km 250 e 655 da via, onde a estrada é de barro, área conhecida como "trecho do meio"
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as obras da BR-319 serão feitas com o maior cuidado ambiental do mundo, destacando um sistema de segurança ambiental rigoroso.
  • A BR-319 liga Manaus, no Amazonas, a Porto Velho, em Rondônia, sendo o trecho em debate entre os kms 250 e 655, onde a estrada é de barro.
  • Lula disse que a via será modelo de qualidade e preservação ambiental e que não haverá desmatamento indiscriminado para ganho financeiro.
  • Ambientalistas afirmam que a obra não teve estudos preliminares adequados e apontam riscos de danos ambientais.
  • Uma ação civil pública do Observatório do Clima levou à suspensão de quatro pregões eletrônicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito para as obras.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta terça-feira (26/5) as obras da BR-319, ligando Manaus (AM) a Porto Velho (RO). Ele assegurou que a intervenção será realizada com o maior cuidado ambiental já visto em qualquer estrada do mundo, em Manaus durante a entrega do programa Minha Casa, Minha Vida.

A obra atua num trecho entre os quilômetros 250 e 655, onde a estrada é de barro, conhecido como o “trecho do meio”. A promessa do governo é criar um modelo de qualidade e preservação ambiental, evitando desmatamento sem critérios.

Lula enfatizou que a ação depende de um sistema de segurança ambiental rigoroso e afirmou que o debate com especialistas dura meses. O objetivo, segundo ele, é evitar prejuízos ao meio ambiente e à Amazônia.

Controvérsia ambiental

Ambientalistas contesta a obra, alegando que não houve estudos preliminares adequados. Eles apontam riscos de danos ambientais na região sensível da Amazônia e cobram transparência nos procedimentos.

Uma ação civil pública, movida pelo Observatório do Clima, questiona os impactos da construção e levou à suspensão de quatro pregões eletrônicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT). As audiências e decisões administrativas ainda estão em andamento.

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