- O senador Flávio Bolsonaro esteve nos Estados Unidos e reuniu-se com o presidente Donald Trump.
- Jaques Wagner minimizou o impacto da reunião, dizendo que a conversa “lá não é maior que o escândalo aqui”.
- Wagner afirmou que a visita de Lula pode ter efeito político ao contestar a ideia de dissonância entre Trump e o Brasil, acrescentando que Lula foi elogiado.
- A reunião ocorre em meio à crise gerada pela revelação de pedidos de dinheiro de Vorcaro para financiar o filme do pai de Flávio.
- O senador petista destacou que não cabe a ele definir se Trump recebeu ou não Flávio e que a duração da conversa não foiConfirmada.
Jaques Wagner minimizou o impacto do encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump. O senador foi a Washington nesta terça-feira e manteve conversa com o presidente dos Estados Unidos, segundo o aliado de Lula.
O líder do governo no Senado afirmou que a reunião não ofusca o escândalo que envolve o pedido de dinheiro a Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master, para financiar o filme do pai de Flávio. Wagner disse que Lula é aberto ao diálogo.
Segundo o PT, Flávio partiu para os EUA no fim de semana com o objetivo de encontrar Trump. A pré-candidatura de Flávio à Presidência é citada como foco de campanha, sem alterar a pauta pública sobre o caso Vorcaro.
Contexto político
Wagner enfatizou que a conversa entre Bolsonaro e Trump não deve se sobrepor aos temas nacionais. A declaração ocorreu em meio a críticas sobre a linha de campanha do filho do ex-presidente. O assunto segue ganha relevância no ambiente político.
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