- Há a sensação de retorno a um “segundo governo Dilma”, mas, segundo Alexandre Manoel, há diferença: está em curso um novo regime fiscal.
- O regime é mais sofisticado e se sustenta fora do Orçamento, com expansão macroeconômica que não fica restrita ao orçamento.
- Essa estrutura pode explicar por que os juros longos subiram no governo atual, mesmo sem uma crise fiscal clássica.
- Alexandre Manoel descreve esse regime como uma mudança significativa no desenho fiscal do país.
- O objetivo é estimular a economia sem depender integralmente das regras orçamentárias tradicionais.
O cenário político-econômico brasileiro tem sido visto por alguns como uma repetição de estratégias da era Dilma, mas a leitura dominante aponta para um regime fiscal diferente. A impressão de retorno a gestões anteriores convive com novas dinâmicas públicas.
Segundo o economista Alexandre Manoel, o regime em questão é mais sofisticado, com mecanismos que expandem o macroeconomia sem depender estritamente do Orçamento. Essa característica o destaca do modelo tradicional.
A avaliação ocorre no contexto do atual governo, sob a liderança de Lula, com debates acentuados sobre a condução fiscal. A comparação com períodos passados serve para entender as mudanças propostas.
De acordo com analistas, a mudança envolve expansão macroeconômica que opera fora das regras orçamentárias convencionais. Mesmo sem sinais claros de crise fiscal, as medidas impactam o cenário econômico.
Assiste-se, assim, a uma possível explicação para a alta de juros de longo prazo. O movimento ocorre mesmo sem uma crise fiscal clássica, levando especialistas a monitorar os efeitos dessa nova abordagem.
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