- O pai de Henry Borel, Leniel Borel, revelou, durante o julgamento de Jairo Souza Santos Junior e Monique Medeiros, que haveria mais um caso de agressão envolvendo Jairo, afirmando que ele queimou uma outra criança. Henry faleceu aos 4 anos em 8 de março de 2021, no Rio de Janeiro.
- O julgamento começou na última segunda-feira (25) e está previsto para prosseguir de forma sequente com sessões nos dias 26 e 27.
- Leniel disse ter aguardado cinco anos para falar, por orientação dos advogados, e afirmou que apresentará novas informações durante o júri.
- O pai também alegou que Jairo tentou acionar contatos políticos para evitar consequências, e criticou Monique por ter apagado mensagens no celular, defendendo que vão esclarecer tudo no julgamento.
- Em sessão recente, o médico psiquiatra Rafael Bernardon Ribeiro afirmou que Jairo tem traços de perversidade e prazer em provocar sofrimento em crianças.
O pai de Henry Borel revelou, durante o julgamento de Jairo Souza Santos Júnior e Monique Medeiros, que existe um segundo caso de agressão envolvendo Jairo. A informação foi apresentada pouco antes de uma das sessões. O julgamento ocorre no Rio de Janeiro.
Henry Borel, que faleceu aos quatro anos, era filho de Monique Medeiros; Jairo era o padrasto. O menino ficou inconsciente no apartamento em que os dois estavam e foi levado ao Barra D’Or, onde não resistiu. A perícia apontou agressões físicas como causa da morte.
O julgamento de Jairo e Monique teve início há dois meses e teve sessões na segunda, terça e quarta-feira. Leniel Borel, pai de Henry, afirmou que Jairo teria agredido outra criança, chegando a queimá-la em um caso não investigado anteriormente.
Revelação de Leniel e acusações
Leniel afirmou que esperou para falar, seguindo orientação dos advogados, para não atrapalhar a defesa. Ele citou contatos feitos por Jairo com autoridades e políticos na tentativa de evitar registro e IML. O pai também rebateu alegações sobre uso de computador. Atribuiu à defesa de Jairo a tentativa de apagar informações do celular de Monique durante o período.
Durante a sessão de hoje, um médico psiquiatra avaliou Jairo, descrevendo traços de perversidade e prazer em provocar sofrimento em crianças. Jairo responde por homicídio qualificado, tortura, fraude processual e coação no curso do processo. Monique responde por homicídio, tortura, coação e fraude processual.
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