- O Partido Liberal (PL) avalia romper publicamente com o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, após ele ser alvo de duas operações da Polícia Federal em menos de quinze dias.
- Nesta terça-feira, 26, Castro teve busca e apreensão na investigação sobre aportes irregulares do Rioprevidência no Banco Master.
- Onze dias antes, ele também entrou na mira da PF por suspeitas de facilitar fraudes tributárias da Refit no Estado.
- As duas apurações envolvem o ex-chefe do Executivo fluminense e ações da PF no Rio de Janeiro.
- A possibilidade de ruptura does PL sinaliza uma estratégia para evitar desgaste político decorrente das operações.
O PL avalia romper publicamente com o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, após ele ser alvo de duas operações da Polícia Federal em menos de 15 dias. A ideia é evitar desgaste político dentro do partido.
Nesta terça-feira (26), Castro foi alvo de busca e apreensão na investigação sobre aportes irregulares do Rioprevidência no Banco Master. Três equipes atuaram na operação, com mobilização no estado.
Apenas 11 dias antes, ele também entrou na mira da PF por suspeitas de facilitar fraudes tributárias da Refit no Rio de Janeiro. O partido avalia estratégias para lidar com o episódio sem prejudicar a atuação de lideranças locais.
Desdobramentos
Os investigadores apuram irregularidades envolvendo investimentos de entidades do estado. A PF trabalha para esclarecer repasses e possíveis impactos fiscais. Não houve confirmação de novos mandatos ou medidas adicionais até o momento.
A tensão entre o ex-governador e o partido ocorre em meio a mudanças na base de apoio regional. Técnicos do PL afirmam que a prioridade é manter a agenda de governo sem provocar rupturas internas.
Caso haja decisão oficial, o PL deverá comunicar formalmente a postura adotada. A defesa de Castro não confirma detalhes das investigações, mantendo o silêncio sobre eventual impacto político.
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