- O PT escalou o vice-presidente Geraldo Alckmin para conversar com o senador Rodrigo Pacheco sobre uma possível candidatura ao governo de Minas.
- A conversa já ocorreu; Pacheco disse que não pretende se candidatar ao governo de Minas.
- Mesmo sendo o plano A de Lula para um palanque competitivo no estado, aliados recomendaram que Lula não fosse o interlocutor da última conversa.
- Uma fonte afirmou que “ia ficar muito ruim para o Lula sair com um ‘não’ de uma conversa”.
- O PT mira agora escolher um novo candidato ao governo de Minas.
O PT escalou o vice-presidente Geraldo Alckmin para uma última conversa com o senador Rodrigo Pacheco sobre a possibilidade de candidatura ao governo de Minas. O encontro ocorreu na manhã de segunda-feira, 25, em local não divulgado. A ideia era encerrar a chamada novela política e abrir caminho para um plano B.
Segundo relatos, Pacheco informou novamente que não pretende disputar o governo mineiro. A negativa foi considerada decisiva para o partido seguir buscando alternativas para formar palanque no estado.
O PT avalia quais nomes podem substituir o cenário atual, com foco em manter competitividade eleitoral em Minas. A avaliação envolve nomes internos e potenciais acordos com aliados, para evitar embaraços diante de futuras etapas do calendário.
Caminhos e próximos passos
A direção petista pretende definir o candidato a partir de agora, sem depender de interlocução direta com Pacheco. A ideia é selecionar um nome que consolide apoio nacional e garanta ritmo organizativo no estado. O processo interno deve avançar nas próximas semanas.
Fontes próximas ao tema afirmam que o partido não pretende comunicar essa mudança de estratégia de forma abrupta. A prioridade é manter foco em agendas de governo e ampliar alianças regionais para o pleito em Minas.
Entre na conversa da comunidade