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Motta diz que Alcolumbre tem espírito colaborativo e tramitará PEC do 6×1

Motta afirma que Alcolumbre tem espírito colaborativo e garantirá tramitação correta da PEC que põe fim à escala 6x1, com quarenta horas e dois dias de descanso

Nas redes sociais, Motta comemorou a aprovação da PEC
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  • Motta afirmou que Davi Alcolumbre tem amplo espírito colaborativo em relação à PEC que acaba com a escala 6×1 e garantiu que a tramitação será correta no Senado.
  • A Câmara aprovou a PEC, que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais e amplia para dois os dias de descanso remunerado, sem redução salarial.
  • Motta destacou que o apoio de Lula foi essencial para a aprovação da “jornada” na Casa.
  • O presidente da Câmara acredita que a redução da jornada pode aumentar a produtividade no ambiente de trabalho.
  • No Senado, a oposição protocolou uma PEC alternativa que oferece opção entre a CLT tradicional e um modelo flexível baseado em horas, já assinado por 36 parlamentares.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou nesta quinta-feira que percebe um amplo espírito colaborativo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em relação à PEC que encerra a escala 6×1. Motta garante que Alcolumbre deverá dar a tramitação correta à pauta, respeitando a autonomia de cada Casa.

Motta relatou que conversa com Alcolumbre quase diariamente sobre diversos temas e destacou a importância de o Senado definir internamente a tramitação. A PEC foi aprovada pela Câmara na quarta-feira e propõe a extinção da escala 6×1, com redução da jornada de 44 para 40 horas semanais e dois dias de descanso remunerado por semana, sem redução salarial.

O presidente da Câmara comemorou a aprovação com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, lembrando ter considerado esse apoio essencial para a aprovação da proposta, que teve 22 votos contrários. Motta afirmou que a reforma é histórica e beneficia a vida das pessoas, mantendo foco na produtividade.

O que mudou com a PEC 6×1

A proposta aprovada pela Câmara altera a jornada máxima para 40 horas semanais e amplia os dias de descanso remunerado para dois por semana, sem redução de salário. O texto ainda preserva a possibilidade de interpretação sobre a tramitação no Senado, que deverá definir o ritmo interno.

Oposição no Senado

Em resposta à aprovação, o Senado protocolou uma PEC alternativa que oferece opção entre o regime da CLT tradicional e um modelo flexível baseado em horas trabalhadas. A iniciativa, apresentada pelo senador Rogério Marinho, já conta com o apoio de 36 parlamentares.

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