- Em São Paulo, três aliados disputam as duas vagas ao Senado.
- Podem concorrer ex-ministros de Lula, Marina Silva, Márcio França e Simone Tebet.
- O PT tenta equilibrar interesses na base e evitar sinalização clara de apoio a qualquer nome.
- O presidente do diretório estadual, Kiko Celeguim, diz que o papel do PT é arbitrar a melhor composição para o pleito.
O PT de São Paulo atua para compor a chapa ao Senado envolvendo três aliados para as duas vagas disponíveis, em meio a disputa interna. Marina Silva, Márcio França e Simone Tebet aparecem como possibilidades pesquisadas pelos aliados, sem confirmação formal de apoio.
O partido evita sinalizar uma posição clara sobre quem deve avançar, e é cobrado pela base por definir qual candidato terá preferência. A indefinição tenta minimizar atritos na aliança para o pleito de 2026.
O und/efetivo destaca que o papel do PT, segundo a direção estadual, é arbitrar a melhor composição, buscando equilíbrio entre diferentes correntes locais. Divergências sobre o encaixe ideal são reconhecidas pela liderança.
Contexto da disputa
A direção estadual afirma que a prioridade é chegar a uma chapa que tenha viabilidade eleitoral e coesão entre as siglas. A estratégia busca evitar rupturas que comprometam a atuação na capital e no interior.
Não houve anúncio de alianças formais até o momento, com o PT orientado a avaliar cenários em diálogo com prefeitos, deputados e federações. A definição deve nascer de uma leitura conjunta de pesquisas e cenários políticos.
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