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Skaf lidera ofensiva e apoia PEC alternativa

Skaf lidera comitiva de 30 setores em defesa de PEC alternativa à 6x1, baseada em horas trabalhadas, com impacto na segurança jurídica e acordos coletivos

Paulo Skaf, Presidente da Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) (3.jul.2014)
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  • Paulo Skaf, presidente da Fiesp, lidera no Congresso a defesa de uma PEC alternativa à proposta que encerra a escala 6X1.
  • Um grupo de 30 setores produtivos, que representam 25 milhões de empregos e 50% do PIB, acompanha a orientação da relação.
  • A comitiva participou de reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na qual também estiveram a senadora Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho.
  • Skaf apoia a PEC alternativa de Marinho, que prevê remuneração por horas trabalhadas, dizendo que o modelo é moderno e já utilizado em outros países.
  • O dirigente afirma que o relatório da Câmara é “muito ruim”, classifica a PEC como motivada por eleições e teme insegurança jurídica, além de prever a eliminação de cerca de 2.000 acordos coletivos.

O presidente da FIESP, Paulo Skaf, lidera no Congresso uma ofensiva contra a PEC que propõe fim da escala 6X1. A iniciativa envolve uma comitiva de 30 setores produtivos, que representam cerca de 25 milhões de empregos e 50% do PIB.

A comitiva se reuniu nesta quarta-feira (27) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Além dele, estavam presentes a senadora Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho.

Skaf apoia a PEC alternativa de Rogério Marinho, que prevê remuneração por horas trabalhadas. Para o empresário, o modelo é moderno e já foi adotado em outros países.

A FIESP critica o relatório da Câmara e classifica o texto como prejudicial. Alega que a proposta tem motivação eleitoral e pode trazer insegurança jurídica.

O grupo teme ainda a possível perda de cerca de 2 mil acordos coletivos vigentes. A posição destacada sinaliza alinhamento com um eixo de atuação empresarial em favor de mudanças na legislação trabalhista.

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