- Paulo Skaf, presidente da Fiesp, lidera no Congresso a defesa de uma PEC alternativa à proposta que encerra a escala 6X1.
- Um grupo de 30 setores produtivos, que representam 25 milhões de empregos e 50% do PIB, acompanha a orientação da relação.
- A comitiva participou de reunião com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na qual também estiveram a senadora Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho.
- Skaf apoia a PEC alternativa de Marinho, que prevê remuneração por horas trabalhadas, dizendo que o modelo é moderno e já utilizado em outros países.
- O dirigente afirma que o relatório da Câmara é “muito ruim”, classifica a PEC como motivada por eleições e teme insegurança jurídica, além de prever a eliminação de cerca de 2.000 acordos coletivos.
O presidente da FIESP, Paulo Skaf, lidera no Congresso uma ofensiva contra a PEC que propõe fim da escala 6X1. A iniciativa envolve uma comitiva de 30 setores produtivos, que representam cerca de 25 milhões de empregos e 50% do PIB.
A comitiva se reuniu nesta quarta-feira (27) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Além dele, estavam presentes a senadora Tereza Cristina e o senador Rogério Marinho.
Skaf apoia a PEC alternativa de Rogério Marinho, que prevê remuneração por horas trabalhadas. Para o empresário, o modelo é moderno e já foi adotado em outros países.
A FIESP critica o relatório da Câmara e classifica o texto como prejudicial. Alega que a proposta tem motivação eleitoral e pode trazer insegurança jurídica.
O grupo teme ainda a possível perda de cerca de 2 mil acordos coletivos vigentes. A posição destacada sinaliza alinhamento com um eixo de atuação empresarial em favor de mudanças na legislação trabalhista.
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