- Donald Trump reabriu uma ação de difamação contra o Wall Street Journal, buscando pelo menos US$ 10 bilhões, após a Justiça ter rejeitado uma versão anterior por deficiências legais.
- A ação afirma que a reportagem sobre laços com Jeffrey Epstein manchou a reputação dele ao descrever uma carta de aniversário a Epstein como assinatura de Trump; o presidente afirma que a carta é falsa.
- A ação ampliada mantém o pedido de US$ 10 bilhões, o mesmo valor da versão anterior, com os advogados dizendo que os réus disregarded a verdade ou a procuraram intencionalmente.
- O caso acontece no contexto de uma abertura de investigação criminal sobre E. Jean Carroll, acusadora do presidente de agressão sexual, com foco em possível perjúrio em depoimento de 2022.
- Em outras notícias: Jill Biden disse ter ficado assustada ao ver Joe Biden na entrevista de 2024; dois democratas planejam apresentar projeto para proibir o “arco triunfal” próximo ao cemitério Arlington; um ativista de direita interrompeu coletiva de imprensa com Nadler e Goldman em Newark.
Donald Trump refaz ação de difamação contra o Wall Street Journal por reportagem sobre ligações com Jeffrey Epstein, pedindo pelo menos US$ 10 bilhões em danos. A nova queixa foi apresentada após a Justiça ter rejeitado a versão anterior por falhas legais. A ação é movida pelo ex-presidente em capacidade pessoal.
A denúncia sustenta que o jornal, de propriedade da Rupert Murdoch, teriam manchado a reputação de Trump com uma matéria associando uma carta de aniversário a Epstein, já falecido, à assinatura do então presidente. Os advogados do ex-presidente afirmam que a carta é falsa, mesmo após divulgação por legisladores que investigam Epstein.
A ação ampliada mantém o mesmo montante de danos da versão anterior, de US$ 10 bilhões. Segundo a defesa, o veículo publicaria informações falsas de maneira deliberada ou com desconsideração grave quanto à verdade. A notícia ocorre em meio a outra frente jurídica envolvendo Trump e autoridades.
Nesta semana, autoridades do Departamento de Justiça abriram investigação criminal sobre E Jean Carroll, acusada de ter acusado Trump de abuso sexual. Procuradores e veículos como The New York Times e CNN indicam apuração sobre possível perjúrio em depoimento de 2022.
Em outros desdobramentos, Jill Biden descreveu, em entrevista, que ficou assustada ao observar o marido durante o debate presidencial de 2024, sugerindo que houve um momento confuso durante o embate com Trump. A fala integra relatos sobre a campanha e a saúde do então presidente.
Paralelamente, dois democratas da Câmara anunciaram a intenção de apresentar projeto de lei para proibir a construção do “arco triunfal” de Trump perto do Arlington National Cemetery, mantendo o foco em símbolos públicos. A iniciativa visa impedir uma obra planejada pelo ex-presidente.
Em Newark, Nova Jersey, um ativista de direita se disfarçou de simpatizante de palestinos para interromper uma coletiva com congressistas democratas, em meio a questões de imigração. O incidente ocorre durante uma sequência de eventos políticos e protestos envolvendo autoridades locais e nacionais.
Observadores apontam que as ações judiciais e investigações se conectam a uma estratégia mais ampla de fiscalização midiática e de conduta pública de figuras políticas de alto escalão, com desdobramentos jurídicos que asseguram transições de poder e responsabilização.
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