- Baleia Rossi, presidente do MDB, confirmou apoio do partido no Senado à PEC que encerra a escala 6 X 1, reduzindo para quarenta horas a jornada semanal.
- A proposta já foi aprovada na Câmara em dois turnos: 472 a 22 e, no segundo, 461 a 19.
- A implementação das quarenta horas não é imediata: em sessenta dias após a promulgação, a jornada cairá de 44 para 42 horas por semana.
- Entre trezentos e cinquenta e quatorze meses após a promulgação, as quarenta horas passarão a valer; o direito a dois dias de folga, sendo um deles preferencialmente aos domingos, entra em vigor logo após o prazo inicial de sessenta dias.
- Baleia Rossi fez o anúncio durante almoço do Lide em São Paulo, ao lado do prefeito Ricardo Nunes e do vice-governador Felicio Ramuth.
Baleia Rossi, presidente do MDB, informou nesta sexta-feira, 29 de maio de 2026, que o partido deve apoiar no Senado a PEC que altera a jornada de trabalho, reduzindo o teto de 44 para 40 horas semanais. A declaração ocorreu durante um almoço do Lide, em São Paulo, ao lado de autoridades do MDB.
A proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados no dia 28 de maio, em primeiro turno. A bancada do MDB no Senado deverá seguir o posicionamento do presidente da sigla, citando apoio do líder no Senado, Eduardo Braga.
Conforme o texto, a implementação da jornada de 40 horas não ocorrerá de imediato. O cronograma prevê queda de 44 para 42 horas semanais 60 dias após a promulgação.
Depois, as 40 horas passam a valer 14 meses após a publicação da emenda constitucional, com o direito a dois dias de folga, um deles preferencialmente aos domingos, já assegurado após o prazo inicial.
No encontro, além de Baleia Rossi, participaram o ex-presidente Michel Temer, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e o vice-governador do estado, Felicio Ramuth, todos filiados ao MDB. A ocasião integrou a série Cenários do Brasil 2026 do Lide.
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