- Os Estados Unidos classificaram facções criminosas brasileiras como organizações terroristas; Flávio Bolsonaro aponta a segurança pública como eixo central de sua plataforma.
- Em entrevista à coluna Entrelinhas e ao programa Sem Rodeios, ele citou viagem aos EUA e interlocuções com o governo de Donald Trump.
- Afirmou que há discordância de parte dos brasileiros com o atual governo em relação ao crime organizado, defendendo atuação conjunta entre países no combate ao narcoterrorismo.
- Propõe endurecer a legislação penal para líderes de facções, com possibilidade de penas de até 80 anos de prisão.
- Disse acreditar na capacidade de estruturar um governo para enfrentar o problema, visando a restauração da paz e da segurança para a população.
Após a classificação dos grupos criminosos brasileiros como organizações terroristas pelos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RRJ) divulgou que a segurança pública será o eixo central de sua plataforma.
Em entrevista à coluna Entrelinhas e ao programa Sem Rodeios, ele detalhou uma viagem recente aos EUA, com interlocuções fortalecidas com o governo de Donald Trump para mostrar que parte da sociedade não endossa a linha atual do governo no combate ao crime organizado.
Flávio afirmou que o Brasil ocupa posição estratégica nesse cenário e defendeu atuação conjunta com outros países no enfrentamento ao narcoterrorismo. Segundo ele, as facções representam não apenas uma ameaça interna, mas também uma questão de soberania nacional.
Entre as propostas, ele destacou o endurecimento da legislação penal para chefes de facções ligadas ao narcotráfico, incluindo a possibilidade de penas de até 80 anos de prisão. A ideia é ampliar o tempo de encarceramento para esse tipo de liderança.
O pré-candidato também ressaltou a importância de estruturar um governo disposto a enfrentar o problema de forma contundente, com foco na restauração da paz e da segurança para a população brasileira, ainda que reconheça a complexidade do combate.
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