- O presidente Lula participou do evento Rio2C, no Rio de Janeiro, e lançou a plataforma Tela Brasil, streaming público de audiovisual brasileiro.
- Em tom soberano, destacou que no Brasil há gente que prefere falar palavra em inglês a em português e reforçou a importância de entender a cultura nacional.
- Também criticou o filme Dark Horse, biografia de Jair Bolsonaro, em meio a controvérsias e críticas indiretas associadas ao caso do Banco Master.
- A ministra da Cultura, Margareth Menezes, comentou sobre gargalos na distribuição de conteúdo nacional e reforçou a soberania cultural.
- Há informações sobre financiamento de Dark Horse envolvendo a Go Up, com Flávio Bolsonaro ressaltando ter captado cerca de R$ 61 milhões para a produtora que não chegou a lançar o filme.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do lançamento da plataforma Tela Brasil, durante o Rio2C, no Rio de Janeiro. Em discurso, ele afirmou que há quem prefira falar uma palavra em inglês do que em português. A fala ocorreu dois dias após o governo rebater classificações dos EUA sobre facções criminosas.
Lula ressaltou que o Tela Brasil contribui para a compreensão cultural no Brasil, destacando a importância de valorizar a produção nacional. O presidente citou a influência de culturas estrangeiras, associando esse comportamento à falta de percepção sobre o papel da cultura no desenvolvimento econômico.
O discurso também trouxe críticas indiretas ao filme Dark Horse, biografia de Jair Bolsonaro. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou o papel da cultura na soberania nacional e criticou produções que não representariam o país.
Contexto do filme de Bolsonaro
A produção sobre Bolsonaro tem gerado controvérsia e envolve debates sobre financiamento. Reportes indicam movimentação de recursos vinculados à Go Up, empresa que seria ligada à iniciativa do filme. Investigações apontam alterações societárias ocorridas em 2025 para viabilizar a produção.
Entre os fatos, está o reconhecimento de que parte do dinheiro teria ingressado em 2025, com origem apontada em um fundo administrado no Texas. A Go Up teve o registro consolidado em julho de 2025 e, embora tenha relação com o filme, não houve lançamentos de obras associadas até o momento.
A sócia da Go Up, Karina Ferreira da Gama, mencionou que recursos teriam começado a entrar em março de 2025, segundo informações divulgadas. As informações indicam que o objetivo seria financiar a produção associada ao ex-presidente.
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