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CEO do JPMorgan critica Coinbase e promete lutar contra Lei Clarity

CEO do JPMorgan critica a Lei Clarity e afirma que a indústria bancária lutará contra o texto, com foco no rendimento de stablecoins

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  • Jamie Dimon critica a Lei Clarity e o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, em entrevista à Fox Business, afirmando que os bancos não a aceitarão.
  • Ele disse que a indústria bancária lutará pela lei e que, se perder, perderemos; não citou Armstrong nominalmente.
  • O debate envolve rendimentos de stablecoins: a Lei GENIUS permite ganhos via terceiros, como Coinbase, enquanto emissores não podem oferecê-los.
  • Coinbase chegou a retirar apoio ao projeto em meio às negociações sobre a linguagem de rendimento de stablecoins, contribuindo para atrasos na aprovação.
  • O projeto foi aprovado pelo Comitê Bancário do Senado em maio e agora segue para o plenário; há incertezas sobre a sua eventual aprovação.

O CEO do JPMorgan, Jamie Dimon, criticou a Lei Clarity em entrevista à Fox Business na sexta-feira, dizendo que bancos não a aceitarão e que a indústria fará a luta para mudar o projeto. Dimon não citou nomes específicos ao falar sobre Coinbase.

Segundo Dimon, a versão atual da Lei Clarity não atende aos interesses da banca. Ele garantiu que a indústria financeira resistirá e que, se perderem, perderão juntos. A entrevista ocorreu durante a transmissão de sexta-feira.

Dimon voltou a atacar a permissibilidade de rendimento sobre stablecoins, ponto central do embate entre bancos e grandes players cripto. Ele afirmou que o público acabaria arcando com custos não especificados.

A polêmica sustenta o debate sobre qual regime regulatório deve vigorar para ativos digitais nos EUA. Em especial, o rendimento de stablecoins tem dividido opiniões entre instituições financeiras e plataformas cripto.

A Lei GENIUS, sancionada no ano passado, proíbe emissores de stablecoins de oferecer rendimentos, mas permite que terceiros executem esse serviço. Bancos buscam fechar essa brecha na Clarity Act.

Gigantes da cripto, incluindo Coinbase, defendem manter a possibilidade de gerar rendimentos atrelados a stablecoins. Eles argumentam que a prática facilita ofertas de serviços para usuários.

O texto da Lei Clarity já recebeu avanços e recuos, sendo aprovado em comitê do Senado em maio e encaminhado ao plenário. A votação final ainda não tem data definida.

Nos bastidores, o ex-presidente Donald Trump permanece favorável a moldar o marco regulatório de ativos digitais. As perspectivas de aprovação variam conforme desdobramentos políticos e regulatórios.

A cobertura do tema acompanha a volatilidade do mercado de criptomoedas e as negociações entre reguladores, bancos e empresas como Coinbase. A expectativa é por novas etapas no Congresso nos próximos meses.

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