- Abelardo de la Espriella, candidato da ultradireita na Colômbia, pediu que as forças de segurança atuem para defender a Constituição caso Iván Cepeda e o presidente Gustavo Petro não reconheçam os resultados.
- A contagem rápida do órgão eleitoral apontou 43,74% para De la Espriella e 40,9% para Cepeda.
- Cepeda solicitou esclarecimentos sobre supostas irregularidades, incluindo cerca de 800 mil cédulas a mais do que o total de eleitores e “votações atípicas” em algumas mesas.
- O candidato da ultradireita ameaçou que o povo pode se levantar caso não reconheçam os resultados, dirigindo-se também a Cepeda.
- De La Espriella pediu que Estados Unidos e outros países acompanhem o processo eleitoral colombiano para monitorar irregularidades.
O candidate da ultradireita na Colômbia, Abelardo de la Espriella, pediu que as forças de segurança atuem para defender a Constituição caso o adversário Iván Cepeda ou o presidente Gustavo Petro não reconheçam os resultados das eleições. O pleito ocorreu neste domingo, 31 de maio.
De la Espriella obteve 43,74% dos votos segundo a contagem rápida do órgão eleitoral, à frente de Cepeda, com 40,9%. Cepeda requisitou esclarecimentos, apontando supostas irregularidades no pleito, como discrepâncias entre o número de cédulas e o total de eleitores.
Eleitos pela direita, de la Espriella pediu ainda que Estados Unidos e outros países observem o processo contra eventuais irregularidades, reforçando a necessidade de acompanhamento externo.
Irregularidades apontadas e chamada às forças de segurança
Cepeda destacou indícios de votações atípicas em algumas mesas e discrepâncias significativas em cerca de 800 mil cédulas a mais do que o eleitorado total, segundo sua avaliação.
De la Espriella, por sua vez, afirmou que a integridade do resultado deve ser assegurada pela Força Pública caso haja resistência ao reconhecimento da vontade popular. O candidato também dirigiu-se ao adversário para não insistir em recusar o resultado.
A}} de La Espriella reforçou o apelo à atuação institucional, sem indicar medidas específicas, mantendo o tom de defesa da Constituição diante da possível contestação eleitoral.
Entre na conversa da comunidade