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De la Espriella pede que Exército defenda resultados eleitorais da Colômbia

Candidato Abelardo de la Espriella convoca Força Pública e Exército para defender a Constituição se resultados da eleição presidencial não forem reconhecidos

O candidato presidencial colombiano Abelardo de la Espriella (à direita) oficializa sua campanha para as eleições presidenciais com seu companheiro de chapa, José Manuel Restrepo (à esquerda), em Cali, Colômbia, em 13 de março de 2026.
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  • Abelardo de la Espriella, candidato da ultradireita na Colômbia, pediu que as forças de segurança atuem para defender a Constituição caso Iván Cepeda e o presidente Gustavo Petro não reconheçam os resultados.
  • A contagem rápida do órgão eleitoral apontou 43,74% para De la Espriella e 40,9% para Cepeda.
  • Cepeda solicitou esclarecimentos sobre supostas irregularidades, incluindo cerca de 800 mil cédulas a mais do que o total de eleitores e “votações atípicas” em algumas mesas.
  • O candidato da ultradireita ameaçou que o povo pode se levantar caso não reconheçam os resultados, dirigindo-se também a Cepeda.
  • De La Espriella pediu que Estados Unidos e outros países acompanhem o processo eleitoral colombiano para monitorar irregularidades.

O candidate da ultradireita na Colômbia, Abelardo de la Espriella, pediu que as forças de segurança atuem para defender a Constituição caso o adversário Iván Cepeda ou o presidente Gustavo Petro não reconheçam os resultados das eleições. O pleito ocorreu neste domingo, 31 de maio.

De la Espriella obteve 43,74% dos votos segundo a contagem rápida do órgão eleitoral, à frente de Cepeda, com 40,9%. Cepeda requisitou esclarecimentos, apontando supostas irregularidades no pleito, como discrepâncias entre o número de cédulas e o total de eleitores.

Eleitos pela direita, de la Espriella pediu ainda que Estados Unidos e outros países observem o processo contra eventuais irregularidades, reforçando a necessidade de acompanhamento externo.

Irregularidades apontadas e chamada às forças de segurança

Cepeda destacou indícios de votações atípicas em algumas mesas e discrepâncias significativas em cerca de 800 mil cédulas a mais do que o eleitorado total, segundo sua avaliação.

De la Espriella, por sua vez, afirmou que a integridade do resultado deve ser assegurada pela Força Pública caso haja resistência ao reconhecimento da vontade popular. O candidato também dirigiu-se ao adversário para não insistir em recusar o resultado.

A}} de La Espriella reforçou o apelo à atuação institucional, sem indicar medidas específicas, mantendo o tom de defesa da Constituição diante da possível contestação eleitoral.

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