- Segunda leva de documentos sobre a nomeação de Mandelson como embaixador britânico nos EUA deve ser publicada nesta tarde, e incluirá mensagens entre ministros, assessores e Mandelson.
- O conteúdo incluirá mensagens embaraçosas, segundo repórter, com relatos que podem constranger o governo.
- O primeiro-ministro nomeou Mandelson em dezembro de 2024; ele foi demitido nove meses depois após surgirem detalhes sobre seu relacionamento com Jeffrey Epstein.
- Em março, deputados aprovaram voto vinculante para a divulgação dos arquivos; a primeira divulgação indicou que o relacionamento com Epstein configurava risco à reputação.
- Mandelson está sob investigação criminal por possíveis atos de má conduta no cargo público e afirma cooperar com a polícia, negando qualquer prática criminosa.
O segundo conjunto de documentos sobre a nomeação de Lord Mandelson como embaixador do Reino Unido nos EUA será publicado nesta tarde. O material pode conter trocas de mensagens entre ministros, assessores e Mandelson consideradas embaraçosas, segundo fontes do governo.
Segundo relatos, o conteúdo envolve textos de reuniões e contatos entre altos cargos e o então indicado ao posto, revelando mensagens constrangedoras e potencialmente comprometedoras. A divulgação integra o esforço do governo para ampliar a transparência.
Starmer afirmou que todos os ministérios atuaram na triagem de milhares de documentos, destacando a divulgação como inédita em termos de transparência governamental. O anúncio ocorre após a decisão de publicar o material, aprovada por MPs neste ano.
Mandelson foi nomeado em dezembro de 2024 para a função, mas foi suspenso cerca de nove meses depois, após surgirem informações sobre seu relacionamento com o falecido condenado por crimes sexuais Jeffrey Epstein.
No início deste ano, uma votação vinculante dos parlamentares autorizou a publicação dos arquivos. A primeira liberação, em março, já indicou que o relacionamento com Epstein representava um risco reputacional para o governo.
Mandelson enfrenta investigação criminal por alegações de conduta imprópria no exercício de funções públicas. Ele mantém a posição de que não cometeu crime e que coopera com as autoridades policiais, enfatizando não ter atuado para ganho pessoal.
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