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Eduardo Bolsonaro agradece Trump, mas tenta se desvincular de tarifaço

Eduardo Bolsonaro agradece a Trump e tenta se desvincular de tarifas; afirma que relação com a Casa Branca não resultou em sanções ao Brasil

Flávio Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro e Donald Trump
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  • Eduardo Bolsonaro agradeceu a recepção de Donald Trump na Casa Branca e negou que houvesse tarifas impostas ao Brasil por influência da família Bolsonaro.
  • Ele classificou como fake news irresponsável a ideia de sanções, afirmando que houve apenas uma conversa longa com Trump e que não houve intenção de punir o povo brasileiro.
  • O senador Flávio Bolsonaro esteve nos EUA, pediu que facções criminosas fossem classificadas como terroristas e recebeu elogios de Trump no Salão Oval.
  • Na véspera, o governo dos Estados Unidos anunciou sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros; Lula disse que a decisão refletiu atuação da família Bolsonaro, o que Flávio negou ter incentivado.
  • Em Washington, Flávio se reuniu com o secretário de Estado, Marco Rubio, e com o vice-presidente, J. D. Vance, que abordou questões sobre liberdade de expressão no Brasil.

Eduardo Bolsonaro utilizou as redes sociais nesta terça-feira (2/6) para agradecer a recepção do presidente dos EUA, Donald Trump, durante a visita ao Salão Oval na semana anterior. O ex-deputado nega que o governo americano tenha imposto tarifas apenas por influência da família Bolsonaro.

Ele afirma que a conversa com Trump foi extensa e que não houve a intenção de punir o Brasil por supostos crimes do regime de exceção no país. O posicionamento sinaliza a linha do grupo político em relação a ações de sanção, enfatizando o foco em facções consideradas violadoras de direitos humanos.

Em meio a tensões diplomáticas, o governo americano anunciou, na noite de 1º/6, uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob alegação de práticas prejudiciais ao comércio. A medida intensifica o debate sobre a relação bilateral.

Flávio Bolsonaro nos EUA

Flávio Bolsonaro foi recebido por Trump no Salão Oval na última terça-feira (26/5). Segundo relatos, o senador pediu a classificação de facções criminosas como organizações terroristas pelos EUA. Também houve encontros com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o vice-presidente J. D. Vance.

O senador divulgou que tratou de tarifas, terras raras e cooperação em segurança pública. Na época, Trump elogiou o parlamentar, destacando a relevância de sua atuação para o Brasil. A decisão de inclusão das facções na lista FTO passa a vigorar em 5 de junho.

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