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Lula manda recado a Trump sobre tarifas em Goiás

Lula cobra respeito internacional e entrega a Trump propostas sobre minerais críticos, buscando diálogo sem crise e com foco em paz e governança civil

Lula de chapéu branco fala ao microfone em evento público, com outras pessoas ao fundo e painel institucional atrás
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve em Catalão, Goiás, para inaugurar o Instituto Federal Goiano e o hospital universitário da Universidade Federal de Catalão.
  • Em discurso, comentou a proposta dos Estados Unidos de taxar produtos brasileiros em 25% e afirmou que o Brasil quer respeito, paz e não quer guerra.
  • Disse ter entregue a Donald Trump um documento sobre minerais críticos e terras raras, além de propostas sobre combate ao crime organizado e assuntos comerciais.
  • Lula afirmou que aguarda um telefonema de Trump para discutir o acordo entre Brasil e Estados Unidos.
  • Reclamou que o povo brasileiro deve ser tratado com decência, respeito e dignidade, reforçando a ideia de governança civil e educação.

Em Catalão, Goiás, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cumpriu agenda nesta terça-feira (2) para inaugurar o Instituto Federal Goiano e o hospital universitário da Universidade Federal de Catalão. O evento ocorreu no município goiano durante o dia.

Durante o discurso, Lula comentou a proposta dos Estados Unidos de taxar produtos brasileiros em 25%, destacando a importância de o Brasil ser respeitado por outras nações. Ele afirmou que o Brasil busca manter a paz e o respeito internacional.

O presidente também mencionou ter entregue a Donald Trump um conjunto de documentos, incluindo um tema sobre minerais críticos e terras raras, além de propostas de combate ao crime organizado e de cooperação comercial. Lula afirmou que recebeu de volta a promessa de contato telefônico para debater o assunto.

Segundo Lula, o diálogo com os EUA pode avançar por meio de telefonema que deverá explicar o acordo entre os dois países. Ele reforçou que o Brasil busca fortalecer relações diplomáticas sem recorrer a confrontos.

Em relação ao público, Lula afirmou que, no passado, o país precisou aprender a andar de cabeça erguida e que não se coloca acima de ninguém, mas não se coloca como menor. O tom foi de defesa de dignidade e respeito para o povo brasileiro.

Ao encerrar, o presidente ressaltou que o Brasil quer ser tratado com educação e civilidade, reiterando a busca por governança pautada no respeito ao cidadão. A fala ocorreu no contexto de inaugurações e de diálogo com autoridades brasileiras.

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