- PSOL pediu ao STF a inclusão de Flávio Bolsonaro como investigado no inquérito que apura a atuação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
- Alegação de que Flávio teria participado de articulações com o governo norte-americano para pressionar autoridades brasileiras e interferir em processos no país.
- Viagem de Flávio a Washington nos dias 25 e 26 de maio, quando se reuniu com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e com o secretário de Estado, Marco Rubio; Eduardo também participou dos encontros.
- O PSOL aponta que, menos de uma semana após a viagem, o USTR propôs tarifas de 25% sobre todas as importações do Brasil, com exceções para itens “sujeitos às tarifas de segurança nacional”.
- Pedido includes o envio de informações ao Departamento de Estado dos Estados Unidos sobre as reuniões, bem como a apresentação de documentos e registros de contatos mantidos com autoridades norte-americanas desde julho de 2025.
O PSOL pediu ao STF a inclusão do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como investigado no inquérito que apura a atuação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. O pedido foi apresentado nesta terça-feira (2).
Segundo a peça, existem indícios de que Flávio participou de articulações com autoridades norte-americanas para pressionar o Brasil e influenciar processos em tramitação. A defesa sustenta que a conduta guarda relação com os fatos já investigados.
A petição aponta a viagem de Flávio a Washington nos dias 25 e 26 de maio, quando se reuniu com o presidente dos EUA, Donald Trump, e com o secretário de Estado, Marco Rubio. Eduardo Bolsonaro também esteve presente nos encontros.
O PSOL afirma que, menos de uma semana após a viagem, o USTR sugeriu tarifas de 25% sobre importações brasileiras, com exceção de itens de segurança nacional. A legenda relaciona a proximidade temporal com as reuniões à gravidade do tema.
Desdobramentos
A legenda solicita a inclusão de Flávio como investigado, o envio de informações ao Departamento de Estado dos EUA sobre as reuniões em maio e a apresentação de documentos e registros de contatos desde julho de 2025. A CNN aguarda retorno da assessoria de Flávio.
A reportagem não informa se houve resposta formal até o momento. Procurado, o Senado não comentou o caso oficialmente. A divulgação de novas informações depende de futuras decisões do STF e de autoridades envolvidas.
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