- O presidente Donald Trump nomeou Bill Pulte, aliado político de 38 anos, para o cargo de diretor interino de Inteligência Nacional dos Estados Unidos.
- Pulte dirige a Agência Federal de Financiamento Habitacional e preside as gigantes do mercado hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac, mantendo essas funções enquanto assumir o posto interino.
- A nomeação foi anunciada pelo presidente na plataforma Truth Social e destaca a experiência de Pulte em gestão de instituições financeiras e ativos do setor imobiliário.
- O cargo de diretor de Inteligência Nacional coordena 18 agências, entre elas a CIA, o FBI e a Agência de Segurança Nacional, responsáveis por coletar e analisar informações sobre ameaças à segurança dos EUA.
- Pulte substitui Tulsi Gabbard, que deixou o cargo no final de maio após controvérsias desde sua nomeação em 2025.
O presidente Donald Trump nomeou Bill Pulte para chefiar, de forma interina, a Inteligência Nacional dos EUA. A indicação ocorreu nesta terça-feira, 2 de junho de 2026, em Washington, e traz um aliado sem experiência na área de segurança nacional para o comando do órgão que coordena 18 agências, como CIA, FBI e NSA.
Pulte, de 38 anos, lidera a Agência Federal de Financiamento Habitacional (FHFA) e preside as grandes entidades Fannie Mae e Freddie Mac, atuando no mercado imobiliário americano. Trump disse que o executivo seguirá acumulando funções até a confirmação de um titular definitivo.
A nomeação substitui Tulsi Gabbard, que deixou o cargo no fim de maio. A ex-diretora enfrentou controvérsias durante o período de 2025 a 2026, marcado por divergências com a Casa Branca e por atritos com a condução de políticas no Irã.
O anúncio foi feito pelo presidente na rede social Truth Social. Em sua postagem, Trump ressaltou a experiência de Pulte na supervisão de instituições financeiras e na gestão de ativos imobiliários avaliados em mais de US$ 10 trilhões.
Pulte é visto como um aliado próximo de Trump, conhecido por defender publicamente o chefe. A nomeação, segundo analistas, pode indicar a intenção de ampliar a influência de apoiadores próximos em áreas estratégicas do governo, em meio a tensões internacionais.
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