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UNICEF cobra candidatos pelo compromisso de proteger crianças

UNICEF cobra compromissos públicos de candidatos para proteger crianças, combatendo violência doméstica, racismo e assegurando recursos com base em evidências

Joaquin Gonzalez-Aleman, representante do UNICEF no Brasil, reforça o pedido por compromissos políticos para proteger crianças e adolescentes. - (crédito: Sarah Paes/UNICEF)
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  • UNICEF solicita que candidatos à Presidência e governadores estaduais assumam compromisso público para proteger crianças no Brasil, priorizando saúde, educação e direitos.
  • Propostas do UNICEF se estruturam em três eixos: enfrentar a violência doméstica; combater violência extrema e racismo, especialmente contra meninos negros; e garantir recursos públicos com transparência e uso baseado em evidências.
  • Brasil avança em saúde e educação, mas enfrenta altos índices de violência contra crianças, ocorrendo principalmente no ambiente doméstico; cerca de 5 mil jovens são assassinados anualmente.
  • O foco inclui primeira infância e adolescência, com atenção especial a populações vulneráveis: meninas, pessoas negras e indígenas, pessoas com deficiência, migrantes e refugiados.
  • Joaquin Gonzalez-Aleman, representante da UNICEF no Brasil, ressalta o objetivo de assegurar saúde, educação, proteção e direitos para todas as crianças, com atuação de mais de 75 anos no país.

O UNICEF cobra de candidatos um compromisso público para proteger as crianças no Brasil, a quatro meses das eleições. A agência pede que governantes assumam caminhos para reduzir violência e assegurar direitos. A iniciativa se concentra na infância e na adolescência como base do desenvolvimento.

Dados recentes apontam violência elevada contra meninas e meninos, dentro e fora de casa. A violência seksual, física e o abuso atingem crianças desde a primeira infância, entre zero e seis anos, com impactos duradouros. Aproximadamente 5 mil jovens são assassinados anualmente no país.

O UNICEF detalha três eixos centrais para as candidaturas presidenciais e estaduais, com propostas práticas a serem incluídas nos planos de governo. A organização ressalta a necessidade de propostas estruturais e com evidência de impacto.

O que o UNICEF propõe

  • Enfrentar a violência doméstica: políticas de apoio às famílias, parentalidade protetiva e vínculos fortalecidos.
  • Combater violência extrema e racismo: proteção a meninos negros de periferias, combate à violência de gênero e à misoginia.
  • Garantir recursos públicos: transparência e responsabilidade no uso de investimentos em crianças, com base em evidências.

A atuação do UNICEF no Brasil ultrapassa as eleições. Com mais de 75 anos no país, a organização trabalha com o poder público, setor privado e sociedade civil para saúde, educação e proteção de crianças e adolescentes, com foco especial na primeira infância e na adolescência.

O representante Joaquín Gonzalez-Aleman afirmou que a missão é assegurar que cada criança viva protegida e com direitos assegurados, incluindo populações vulneráveis como meninas, negras, indígenas, pessoas com deficiência, migrantes e refugiados.

Observações finais

Uma ferramenta de IA foi utilizada para apoiar a produção desta reportagem, com supervisão editorial. As informações são apresentadas com base nas propostas do UNICEF e nas tendências de violência contra a infância no Brasil.

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