- Greve geral paralisa transportes, com trens e metrôs sem circulação, e hospitais adiantaram ou suspenderam cirurgias.
- Sindicatos protestam contra a reforma trabalhista proposta pelo governo, mobilização nacional.
- Centenas de voos foram cancelados, incluindo ligações entre São Paulo e Lisboa, impactando passageiros.
- Governo defende as mudanças como forma de aumentar a produtividade e estimular a economia.
- Sindicatos afirmam que a reforma reduz garantias trabalhistas, ampliando a pressão sobre as negociações.
Oito sindicatos convocaram greve geral em Portugal, reduzindo o funcionamento de serviços públicos e causando interrupções em transportes, saúde e outros setores. A mobilização critica a reforma trabalhista apresentada pelo governo, que os sindicalistas avaliam como prejudicial a direitos e garantias.
Trens e metrôs deixaram de circular em várias regiões, e hospitais adiaram cirurgias e consultas por falta de pessoal. A paralisação também provocou cancelamentos de voos, incluindo ligações entre São Paulo e Lisboa, afetando passageiros e operações aeroportuárias.
O governo defende as mudanças como meio de elevar produtividade e dinamizar a economia. Os sindicatos, por sua vez, alegam que a reforma enfraquece direitos trabalhistas, justificando a mobilização de trabalhadores públicos e privados.
Impacto nos setores-chave
A greve ampliou a pressão sobre a gestão de transportes e saúde, com serviços mínimos previstos apenas em situações críticas. Em rodovias, atividades reduziram-se e horários surgiram com alterações significativas.
Segundo autoridades, negociações com representantes sindicais seguem em curso. Ainda não houve anúncio de retorno imediato à normalidade, à medida que as partes discutem pontos centrais da proposta.
A greve permanece em andamento, com mobilizações programadas ao longo do dia em várias cidades. As autoridades pedem compreensão dos usuários e orientam verificar horários oficiais de transporte e de serviços públicos.
Entre na conversa da comunidade