- A NLRB determinou que Buffalo AKG Art Museum violou a lei trabalhista federal ao demitir 13 trabalhadores sindicalizados do Departamento de Experiência do Visitante em março de 2025, em retaliação.
- Em 28 de maio, a NLRB ordenou a reintegração dos 13 funcionários, com o pagamento total dos salários desde a demissão.
- O sindicato sustenta que houve retaliação e tentativa de enfraquecer o sindicato; o museu nega acusações de “union busting”.
- As demissões ocorreram menos de um ano após o sindicato conquistar o primeiro acordo, e logo houve abertura de 11 vagas para seguranças não sindicalizados.
- O Buffalo AKG Art Museum passou por mudanças relevantes desde a reabertura em 2023; o diretor Janne Sirén deixou o cargo em abril de 2026, em meio a controvérsias sobre um empréstimo para a compra de casa.
O National Labor Relations Board (NLRB) determinou que o Buffalo AKG Art Museum violou a legislação trabalhista federal ao demitir 13 funcionários representados pela sindicato no ano passado. A decisão ordena a reintegração com pagamento retroativo.
O caso envolve a redução de 13 vagas da equipe de Experiência do Visitante (VEX), em março de 2025, semanas após o sindicato ter garantido o primeiro contrato. A NLRB aponta retaliação e reorganização como contextos da medida.
A Buffalo AKG afirmou que as acusações são falsas e que a instituição atua dentro da lei. Protestos realizados durante o Primeiro Sexta, com participação de trabalhadores e membros da comunidade, cobraram transparência.
Decisão e consequências
A partir da decisão de 28 de maio, o museu deve readmitir os 13 trabalhadores, assegurando o pagamento integral dos salários não recebidos. A sentença também impede novas ações que possam violar a organização sindical.
Contexto institucional
O Buffalo AKG Art Museum passou por grande expansão de 230 milhões de dólares e reabertura em 2023. O atual diretor, Janne Sirén, deixou o cargo em abril de 2026, após reportagens sobre empréstimo para a compra de imóvel.
Controvérsias e respostas
A gestão sustenta que o empréstimo de Sirén foi prática comum de recrutamento executivo e que opera conforme leis e normas de auditoria. A comunidade e o sindicato pedem maior transparência sobre decisões administrativas.
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