- O ex-jogador Romário, do PL do Rio de Janeiro, afirmou em publicação na rede X apoio à PEC que extingue a escala 6×1, alinhando-se ao governo.
- Ele discorda da posição atual do próprio partido, que apoia texto alternativo no Senado.
- O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em vinte e sete de maio e agora precisa ser analisado pelo Senado.
- A defesa governista é pela PEC que extingue a escala 6×1; o PL trabalha em um texto alternativo na Casa, apresentado por Rogério Marinho.
- Rogério Marinho, também do PL, propôs uma emenda constitucional que cria um modelo de jornada de trabalho em que empresário(a)s e trabalhadores podem escolher entre as regras da CLT e um sistema baseado na soma de horas.
Romário (PL-RJ) afirmou apoio à PEC que extingue a jornada 6×1 em publicação no X, contrariando a posição do próprio partido. A proposta governista prevê seis dias de trabalho por um de descanso.
A medida foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio e agora tramita no Senado, enfrentando pressão de líderes para avançar. A discordância interna ocorre onde o PL ainda não fechou posição.
A fala do ex-jogador repercute dentro de uma pauta que divide opiniões entre apoiadores do governo e opositores do modelo atual. Romário sustenta a mudança, lembrando a necessidade de debater regras com clareza.
Pontos em disputa
O senador Rogério Marinho (PL-RN) apresentou proposta de emenda à Constituição com modelo alternativo de jornada. O texto permitiria escolher entre as regras da CLT e um regime calculado por horas trabalhadas. A bancada do PL ainda avalia qual caminho seguir.
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