- Caiado negou acordo de chapa com Romeu Zema, afirmando que a conversa visava apoio mútuo em eventual segundo turno.
- O ex-governador disse que Zema continua com a campanha e ele, com a dele, buscando unidade da centro-direita e evitar desentendimentos entre candidaturas.
- Caiado mencionou encontro com Zema e o senador Flávio Bolsonaro na Megaleite, em Belo Horizonte, para reforçar a cooperação entre as candidaturas.
- A definição sobre o vice na chapa deverá ocorrer ainda em junho, com reunião marcada para a próxima semana; Silvia Abravanel é citada como nome forte pelo alcance junto ao público.
- Silvia Abravanel é filha de Silvio Santos, filiou-se ao PSD em março de 2026 e pretende disputar vaga na Câmara dos Deputados.
O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, negou a existência de um acordo para formar uma chapa com Romeu Zema. Em entrevista ao podcast Iron Talks, ele afirmou que as conversas foram para fortalecer apoio mútuo em eventual segundo turno.
Segundo Caiado, a ideia foi evitar desentendimentos entre os candidatos e manter a centro-direita unida em uma eventual disputa no segundo turno. Ele disse que a conversa ocorreu apenas nesse sentido.
O político mencionou um encontro envolvendo ele, Zema e Flávio Bolsonaro na terça-feira, 2 de junho, durante a exposição Megaleite, em Belo Horizonte. O objetivo foi reforçar a unidade entre os três.
Na segunda-feira, 1º de junho, Caiado informou que a definição sobre o vice na chapa ficaria para junho. Uma reunião para tratar do tema estava prevista para a próxima semana.
Sobre o vice, Caiado elogiou a possibilidade de Silvia Abravanel. Ele descreveu a filha de Silvio Santos como um nome forte, com alcance junto a milhões de brasileiros por meio de televisão.
Abravanel filiou-se ao PSD em março de 2026 e busca uma vaga na Câmara dos Deputados. O tema da vice permanece em análise e será decidido ainda neste mês, segundo o ex-governador.
Mudanças no cenário de alianças
As declarações de Caiado coincidem com movimentos de apoio entre candidatos à Presidência de diferentes siglas. A pauta central segue sendo a construção de uma base de centro-direita para o segundo turno.
Além disso, a imprensa acompanha as conversas sobre possíveis palanques compartilhados e estratégias de comunicação para consolidar votos. O objetivo é evitar a fragmentação entre candidaturas da coalizão.
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