- O documentário TikTok Never Dies acompanha o drama jurídico em torno da proibição do TikTok nos Estados Unidos, desde 2020 até o acordo de venda em 2026.
- Dirigido por Hao Wu, o filme estreia no Tribeca Film Festival e mostra seis anos em noventa minutos pelas vidas de criadores de TikTok envolvidos no processo.
- Após Biden assinar, em 2024, lei que exige venda ou ban, a ByteDance processou o governo e recrutou oito criadores para uma ação paralela; o documentário foca três deles: Steven King, Chloe Sexton e Topher Townsend.
- Em momentos-chave, o filme registra o dia em 2025 em que o TikTok ficou fora do ar nos EUA em protesto à proibição iminente.
- A narrativa enfatiza percepções americanas sobre o TikTok, mostrando que o debate envolve ansiedades sobre mídia, segurança, desinformação e poder político, mais do que a origem chinesa da empresa.
O documentário TikTok Never Dies estreia no Tribeca Film Festival, mostrando como a tentativa de banir o aplicativo nos EUA se tornou um retrato das ansiedades sobre redes sociais, China e poder político. A produção acompanha seis anos em 90 minutos, por meio de criadores influentes.
Dirigido pelo cineasta Hao Wu, premiado, o filme acompanha o conflito desde o primeiro alerta do ex presidente Donald Trump até a venda das operações americanas em 2026, segundo a narrativa escolhida por Wu. A obra foca na trajetória legal e midiática envolvendo a plataforma.
Após a assinatura de uma lei em 2024 que exigiu a venda do ByteDance, o governo processou a empresa e convidou oito criadores a integrar uma ação paralela, conferindo identidade pública ao caso. Wu optou por acompanhar três influenciadores: Steven King, Chloe Sexton e Topher Townsend.
Os protagonistas representam perfis do público de uso de TikTok, vindos de estados distintos como Arizona, Tennessee e Mississippi, com posicionamentos políticos variados. O filme registra o momento em que o app ficou temporariamente indisponível nos EUA em 2025, em protesto à ameaça de banimento.
A narrativa não se prende à origem chinesa do TikTok, mas enfatiza a dimensão pública do debate. A produção explora como tribunais, Congresso e Casa Branca se alternaram na condução do tema, sem demonstrar dano concreto atribuído à plataforma.
O filme propõe interpretar o que levou distintos setores a apoiar ou contestar a regulação, destacando o papel da liberdade de expressão e do equilíbrio com a segurança nacional. A obra mostra como políticas públicas moldaram percepções sobre tecnologia e poder.
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