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Governo prioriza teleatendimento de saúde mental para mulheres, diz ministra

Governo prioriza teleatendimento de saúde mental para mulheres, testado em Belo Horizonte e interior de Minas, com expansão para regiões de difícil acesso.

Ministra da Mulher, Márcia Lopes, concedeu entrevista a O TEMPO
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  • A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, disse que o teleatendimento de saúde mental para mulheres é prioridade do governo, fruto da demanda da população e já testado em Belo Horizonte e em uma cidade do interior de Minas Gerais, com resultados positivos.
  • O objetivo é ampliar o acesso, principalmente para mulheres com dificuldade de deslocamento ou que vivem em áreas remotas, com expansão para outras regiões e ações de conscientização.
  • O governo investe na formação de profissionais e na ampliação de centros de atenção psicossocial (CAPS) para oferecer atendimento humanizado e de qualidade.
  • O teleatendimento faz parte de uma estratégia mais ampla de saúde mental, que inclui serviços presenciais, prevenção, promoção e parcerias com sociedade civil e setor privado.
  • A expectativa é manter o teleatendimento como ferramenta permanente, reforçando a defesa da equidade de gênero e o bem-estar das mulheres brasileiras.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, afirmou que o governo prioriza o teleatendimento de saúde mental para mulheres. A ideia partiu da demanda da população e já passou por testes em duas cidades.

O projeto piloto foi realizado em Belo Horizonte e em uma cidade do interior de Minas Gerais, com resultados considerados positivos. A iniciativa visa ampliar o acesso, especialmente para quem enfrenta deslocamento difícil.

Segundo Lopes, o teleatendimento atende a uma demanda crescente, agravada por fatores como a pandemia. A ministra enfatizou que a ferramenta é eficaz e acessível, incluindo ações de conscientização.

O governo planeja ampliar o programa para outras regiões, com foco em áreas de difícil acesso. Também haverá fortalecimento da rede de saúde mental por meio de CAPS e maior formação de profissionais.

Parcerias com entidades da sociedade civil e o setor privado estão nos planos para ampliar o alcance. O objetivo é garantir atendimento de qualidade, humano e sem barreiras para as mulheres.

A ministra ressaltou que o cuidado deve ser integral, envolvendo prevenção, tratamento e reinserção social. O teleatendimento é visto como parte de uma estratégia mais ampla de saúde mental.

A expectativa é que a política se torne permanente, mantendo o foco na qualidade e no acesso. Lopes destacou a continuidade das ações para promover equidade de gênero e bem-estar feminino.

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