- Em resposta a uma decisão federal, o Kennedy Center, em Washington, iniciou a remoção de referências a Donald Trump, retirando seu nome de sinais, papelaria e assinaturas de e-mail.
- O processo envolve manter o nome legal da instituição, The John F. Kennedy Center for the Performing Arts; mudanças mais amplas devem ficar prontas até 12 de junho, incluindo a fachada, modelos, brochuras e páginas da web.
- A ação ocorre após a decisão de 29 de maio do juiz Christopher Cooper, que bloqueou a mudança de nome e impediu a paralisação do centro para reformas previstas para julho.
- Roma Daravi, vice-presidente de relações públicas, afirmou à Associated Press que o centro está cumprindo a ordem judicial e avaliando opções legais para preservar a revitalização e reconhecer a liderança do presidente.
- Paralelamente, um museu em Jerusalém deve ganhar o nome de Trump: o governo de Israel pretende renomear o Heritage and Archaeology Center, no complexo do Rockefeller Museum, segundo a imprensa local, embora o local não esteja sujeito à lei israelense que restringe mudanças de nome.
O Kennedy Center, em Washington DC, começou a retirar referências a Donald Trump do espaço institucional, uma semana após uma decisão federal que considerou ilegal incluir o nome dele na instituição. A medida foi anunciada por meio de um memorando datado de 4 de junho.
Segundo o documento, enviado aos funcionários, o Centro deve remover o nome de Trump de sinalização, papéis timbrados e assinaturas de e-mail, mantendo o nome legal: The John F. Kennedy Center for the Performing Arts. As mudanças mais abrangentes devem ocorrer até 12 de junho.
O memorando também aponta que a remoção completa da fachada, de modelos, folhetos e páginas da web está prevista para até a mesma data. A ação acompanha a decisão de 29 de maio proferida pela juíza distrital Christopher Cooper, que Bara a mudança de nome e impediu o fechamento para reformas.
Roma Daravi, vice-presidente de relações públicas do centro, disse à Associated Press que a instituição está cumprindo a ordem judicial e avalia opções legais para preservar a revitalização em curso. A obra está ligada a um plano de modernização da instituição.
Mudança de nome no Rockefeller Museum, em Jerusalém
Paralelamente, uma instituição ligada ao complexo do Rockefeller Museum, em Jerusalém, pode passar a levar o nome de Trump. Segundo relatos israelenses, o gabinete do país pretende aprovar, neste domingo, uma resolução para renomear o Heritage and Archaeology Center.
O centro faz parte do complexo do Rockefeller Museum, criado com doação do magnata John D. Rockefeller Jr. durante o Mandato Britânico. A memória institucional inclui artefatos escavados por autoridades britânicas na região.
O museu recebeu o antigo nome Palestine Archaeological Museum até 1967, quando Israel assumiu o controle de Jerusalém Oriental. A imprensa local aponta que a mudança pretende atrair mais visitantes diante de quedas no público.
Ao contrário do Kennedy Center, o local não está sujeito a leis israelenses que limitem mudanças de nome. A decisão, se confirmada, não envolve as mesmas implicações legais observadas nos Estados Unidos.
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