- Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos, disse ao Poder360 que Cleitinho tem aval da Executiva para a candidatura ao governo de Minas, mas parece não saber o que quer.
- Para o dirigente, a indecisão parte do senador, e não da sigla; Cleitinho havia dito ao jornal O Globo que não confia na legenda para 2026.
- Cleitinho criticou Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, chamando-o de falso profeta.
- O plano para 2026 envolve Flávio Bolsonaro defendendo Cleitinho para liderar o palanque da oposição em Minas, com a possibilidade do Republicanos indicar a vice; Minas é o 2º maior colégio eleitoral do país.
- Marcos Pereira, pastor licenciado da Igreja Universal, rebateu as críticas do correligionário sobre garantias para a candidatura.
O presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), afirmou ao Poder360 que o senador Cleitinho (Republicanos-MG) tem aval da Executiva para construir a candidatura ao governo de Minas Gerais, mas aponta indecisão do parlamentar.
Segundo Pereira, a falta de definição não seria da sigla, e sim do próprio Cleitinho, que ainda não consolidou suas pretensões políticas. A declaração ocorre após o senador afirmar não confiar na garantia de legenda para disputar o governo mineiro em 2026.
Em entrevista ao jornal O Globo, Cleitinho criticou Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, chamando-o de falso profeta. O senador também disse não ter pressa para anunciar candidatura, destacando que quem está nas pesquisas deve liderar esse movimento.
Ainda segundo a análise mencionada por Pereira, o nome de Cleitinho é defendido por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para liderar o palanque oposicionista em Minas no pleito de 2026, com a ideia de aceitar a posição de vice pelo partido de Valdemar Costa Neto. Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país.
A controvérsia entre Cleitinho e Edir Macedo pode impactar a base do Republicanos, uma vez que Marcos Pereira é pastor licenciado da Igreja Universal. O conjunto de informações sugere que a candidatura mineira envolve decisões internas da sigla e apoio de aliados externos, com Minas em foco estratégico para 2026.
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