- Manifestantes, incluindo estudantes e professores, protestaram em Santiago, Chile, contra cortes orçamentários e medidas de austeridade do governo do presidente José Antonio Kast.
- O ato, convocado pela Confederação de Estudantes do Chile, terminou em confrontos com a polícia que usou gás lacrimogêneo e jatos d’água.
- Os manifestantes apontam redução de gastos públicos anunciada pelo governo, que, segundo eles, compromete programas educacionais e o acesso ao ensino superior.
- Kast planeja um ajuste fiscal que prevê reduzir cerca de US$ 6 bilhões em despesas públicas em dezoito meses, com cortes de quase 3% no orçamento de todos os ministérios.
- Além da educação, o protesto também criticou o projeto Reconstrução Nacional, que já passou pela Câmara e será analisado pelo Senado, visando reduzir gastos, atrair investimentos e dinamizar a economia.
O que aconteceu: manifestantes realizaram protesto em Santiago, no Chile, na quarta-feira (3 jun 2026), contra cortes orçamentários e medidas de austeridade do governo. A manifestação terminou com confrontos entre policiais e participantes.
Quem está envolvido: estudantes, professores e movimentos sociais participaram do ato, organizado pela Confederação de Estudantes do Chile, com apoio de sindicatos de docentes e grupos da sociedade civil.
Quando e onde: o protesto ocorreu na capital, Santiago, na tarde de 3 de junho de 2026. Os envolvidos criticaram a redução de gastos públicos anunciada pelo governo.
Por quê: o movimento condena cortes que, segundo eles, afetam programas educacionais e o acesso ao ensino superior. O governo de José Antonio Kast propõe ajuste fiscal que prevê redução de cerca de US$ 6 bilhões em despesas públicas em 18 meses, incluindo cortes de quase 3% no orçamento de todos os ministérios.
Desdobramentos e contexto
Além das medidas na educação, o ato também contestou o projeto Reconstrução Nacional, estrutura de reformas econômicas já aprovada pela Câmara e em análise no Senado. A proposta visa reduzir gastos estatais, estimular investimentos e dinamizar a atividade econômica.
A intervenção policial esteve presente, com uso de gás lacrimogêneo e jatos d’água para dispersar os manifestantes. Não há informações imediatas sobre feridos ou detidos. Autoridades estaduais não detalharam números oficiais do protesto.
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