- Renan Santos, pré-candidato pelo Partido Missão, afirma que o crescimento nas pesquisas não decorre apenas de desgastes do bolsonarismo, mas já vinha em alta antes de recentes episódios envolvendo apoiadores de Jair Bolsonaro.
- O candidato critica o bolsonarismo, classificando o movimento como sectário e sem uma agenda de governo clara, definindo-o como “um projeto político insustentável”.
- Renan diz não ser antissistema e propõe reformas estruturais, destacando atuação em áreas fiscal, econômica, penal e combate ao crime organizado, além de reformar a gestão municipal.
- Sobre a direita, ele se coloca como parte de um eixo de “lei e ordem” e afirmou não buscar a vice-presidência, mas sinalizou abertura a diálogos com lideranças conservadoras para um projeto comum.
- O pré-candidato atribui seu traction digital à originalidade de conteúdos e a uma comunicação propositiva, com foco em soluções e visão de futuro para o Brasil.
Renan Santos, pré-candidato do Partido Missão, afirmou em entrevista ao VEJA em Foco que seu crescimento nas pesquisas não se deve a desgastes no bolsonarismo. Ele diz que a trajetória já vinha de alta antes dos recentes episódios envolvendo aliados de Bolsonaro.
O dirigente criticou o bolsonarismo, classificando o movimento como sectário e sem projeto claro. Segundo ele, a principal fragilidade foi chegar ao poder sem uma agenda de governo definida, chamando o movimento de insustentável.
Renan rejeitou o rótulo de candidato anti-sistema, afirmando que busca reformas estruturais. Disse ter participado da articulação do impeachment de Dilma Rousseff tanto em ruas quanto no parlamento, com propostas para economia, educação e segurança.
Posição dentro da direita
O pré-candidato define seu grupo como parte de uma direita de lei e ordem, valorizando instituições. Porém, afirma não ser dogmático e defender políticas inspiradas em experiências internacionais para ver o que funciona no Brasil.
Espaço para alianças
Sobre composições, Renan disse que não será vice, mas está aberto ao diálogo com outros nomes da direita. Citou Caiado, Leite e Zema como gestões valiosas, defendendo que um projeto comum exigiría sua plataforma.
Presença nas redes
Ele atribui o crescimento digital ao tom propositivo e original de seus conteúdos, não apenas à polarização. Diz que o foco é apresentar soluções e visão de futuro, com ênfase em desenvolvimento econômico e combate ao crime organizado.
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