- O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que vai resolver o veto da União Europeia às importações de carne bovina, carne de frango e outros produtos de origem animal do Brasil.
- A União Europeia publicou o bloqueio e retirou o Brasil da lista de países aptos a cumprir exigências sanitárias sobre medicamentos antimicrobianos.
- As perdas com o veto são estimadas em US$ 2 bilhões por ano, equivalente a cerca de R$ 11,4 bilhões, afetando as exportações de proteína animal para o bloco.
- O veto foi anunciado em doze de maio; o Brasil tem até três de setembro para se adequar às medidas da Comissão Europeia.
- Em abril, o Ministério da Agricultura publicou portaria restringindo os medicamentos questionados; a CE mantém a lista de dez países aprovados, com restrições semelhantes para Argentina, Paraguai e Uruguai no Mercosul.
Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que vai resolver o veto da União Europeia à importação de carne brasileira, entre outros produtos de origem animal. A declaração foi feita em meio a debates sobre o tema, sem detalhar medidas. A UE bloqueou as exportações brasileiras e retirou o Brasil da lista de países aptos a cumprir exigências sanitárias.
A informação sobre o veto foi publicada pela UE, que mantém as restrições e analisa a situação sanitária brasileira. O governo brasileiro tem prazo até 3 de setembro para atender às exigências apresentadas pela Comissão Europeia.
As perdas estimadas pelo setor produtivo chegam a cerca de US$ 2 bilhões por ano, equivalentes a aproximadamente R$ 11,4 bilhões. O bloqueio atinge diretamente as exportações de proteína animal para o bloco europeu, incluindo carne bovina e de frango.
Tentativa de adequação
Em abril, o Ministério da Agricultura publicou portaria restringindo os medicamentos questionados pela UE. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, validou o documento, mas o veto foi mantido pela CE.
Mesmo com a iniciativa brasileira, o veto permanece. A lista de países com processos aprovados pela CE inclui Armênia, Índia, Indonésia, Quênia, Nigéria, Sérvia, Tanzânia, Tunísia, Uganda e Uzbequistão. O Mercosul — Argentina, Paraguai e Uruguai — enfrenta restrições semelhantes.
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