Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Condenados do 8 de Janeiro cobram análise de Moraes sobre Lei da Dosimetria

Asfav pede ao STF a continuidade da análise da Lei da Dosimetria, suspensa há cerca de um mês, com ADIs em curso e defesa de inconstitucionalidade pela AGU

O ministro Alexandre de Moraes em visita ao edifício sede do STF após depredação de bolsonaristas no dia 8 de janeiro
0:00
Carregando...
0:00
  • A Asfav pediu ao STF que dê andamento à análise da Lei da Dosimetria, afirmando que não há pontos processuais pendentes que atrapalhem a apreciação.
  • A norma, aprovada pelo Congresso após veto de Lula, reduz penas de envolvidos nos ataques de 8 de janeiro e beneficia Jair Bolsonaro; está suspensa há cerca de um mês por Moraes.
  • A suspensão ocorreu no caso de uma mulher condenada a 16 anos; o STF avalia as ADIs que contestam a dosimetria, ajuizadas pela ABI e pela federação PSOL‑Rede.
  • A AGU pediu suspensão imediata do dispositivo e, ao final do julgamento, que a lei seja declarada inconstitucional.
  • Segundo balanço do STF, 1.402 pessoas foram responsabilizadas pelos atos de 2023, com 111 em regime fechado, 55 em prisão domiciliar e 3 em semiaberto; 552 casos foram resolvidos com ANPP.

A Associação dos Familiares e Vítimas de 8 de Janeiro (Asfav) pediu ao STF que retire andamento à análise da Lei da Dosimetria. A entidade afirma que não há impedimentos processuais para a continuidade do caso.

A norma, aprovada pelo Congresso após veto presidencial, reduz penas para envolvidos nos atos golpistas. Ela beneficia Jair Bolsonaro, e está suspensa por Moraes desde há cerca de um mês, em decisão cautelar.

A Asfav argumenta que o tema já reúne condições para avançar, pois a AGU já se manifestou e a PGR não apresentou parecer dentro do prazo. Outros interessados seguem com a tramitação no STF.

Contexto da dosimetria

Em maio, o STF indicou que 1.402 pessoas foram responsabilizadas pelos atos de 2023, com 29 no núcleo principal e 402 por crimes graves. Houve ainda 552 acordos de não persecução penal.

Posicionamentos divergentes

A AGU pediu a suspensão imediata do dispositivo e sua eventual inconstitucionalidade. Já a Câmara e o Senado defenderam a constitucionalidade da lei e pediram o fim da suspensão.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais