- O Departamento de Segurança Interna dos EUA anunciou reforço na vigilância para a Copa do Mundo de 2026, incluindo maior compartilhamento de inteligência.
- O secretário interino do DHS, Markwayne Mullin, ressaltou o papel do Escritório de Inteligência e Análise na coordenação entre autoridades locais, federais e internacionais.
- Segundo Mullin, a I&A vai identificar atividades criminosas durante o torneio, que deve atrair entre cinco e sete milhões de visitantes.
- O FBI informou mobilização de equipes especiais, como a unidade de Resgate de Reféns, SWAT, especialistas em explosivos, analistas comportamentais e operadores antidrone.
- A Copa de 2026 será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, com 48 seleções e 104 partidas em 39 dias, em meio a críticas à política de imigração.
O Departamento de Segurança dos EUA anunciou reforço na vigilância para a Copa do Mundo de 2026, ao ampliar o compartilhamento de inteligência e o monitoramento de visitantes durante o torneio. A declaração foi feita pelo senador e secretário interino do DHS, Markwayne Mullin, nesta terça-feira (9/6).
Segundo Mullin, o Escritório de Inteligência e Análise (I&A) atuará como núcleo na identificação de atividades criminosas durante a competição, que deve receber entre cinco e sete milhões de visitantes. O objetivo é facilitar o rastreio de possíveis ameaças com apoio de autoridades locais, federais e internacionais.
Reforços operacionais
O chefe do FBI, Kash Patel, informou que equipes especializadas serão mobilizadas para o Mundial. Entre elas, unidades de Resgate de Reféns, SWAT, explosivos, analistas comportamentais e operadores de sistemas antidrone, para atuar durante o evento.
A Copa de 2026 ocorrerá nos EUA, México e Canadá, com 48 seleções e 104 partidas em 39 dias, configuração inédita para o torneio.
Contexto de segurança e migração
O endurecimento de medidas coincide com críticas à política migratória do governo. Relatos de dificuldades de entrada e negativas de visto envolvendo delegações e dirigentes foram recebidos com preocupação por organizações da sociedade civil.
Em abril, mais de 120 entidades emitiram um documento alertando sobre riscos de restrições de entrada e detenções prolongadas para visitantes internacionais. O governo sustenta que as fiscalizações são necessárias para a segurança do torneio e que decisões migratórias são tomadas com base em critérios de segurança nacional.
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